Usuários em tratamento no Hemopa recebem visita de robô da Hemofilia A

O Pará é o nono estado brasileiro com maior número de pacientes com esse distúrbio hemorrágico com mais 420 hemofílicos, sendo pouco mais de 337 do tipo A e 86 do tipo B.

Redação Integrada

A rotina dos usuários em tratamento médico na Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa), foi bem diferente do cotidiano com visita uma surpresa nesta terça-feira, 9, do Robô da Hemofilia A, que passou o dia esclarecendo dúvidas e repassando informações para quem quer saber mais sobre a doença que atualmente atinge cerca de 12 mil hemofílicos no Brasil, entre os tipos A e B.

O Pará é o nono estado brasileiro com maior número de pacientes com esse distúrbio hemorrágico com mais 420 hemofílicos, sendo pouco mais de 337 do tipo A e 86 do tipo B.

A tecnologia robótica despertou o interesse de servidores, usuários, acompanhantes  que visitou o Hemopa. Ela pertence ao Laboratório Roche e sua principal função é ajudar os pacientes a conhecerem um pouco mais sobre hemofilia e sobre as novas tecnologias, a profilaxia e o  que o tratamento pode proporcionar para a melhoria na qualidade de vida deles.

O Hemopa é referência na assistência de patologias do sangue no Pará, entre elas, a hemofilia que é um distúrbio ou desordem genética e hereditária da coagulação do sangue. De acordo com a coordenadora de Atendimento Ambulatorial do Hemopa, Saide Maria Sarmento Trindade, a pessoa com hemofilia tem deficiência de um fator que faz parte da coagulação que pode ser grave, moderada ou leve. “Existe a Hemofilia do tipo A, na qual a deficiência do fator VIII, e a Hemofilia do tipo B, com deficiência do fator IX”.

Regional do Marajó alerta sobre os riscos para saúde ocular de seus usuários

Segundo os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 50 milhões de brasileiros sofrem algum tipo de distúrbios de visão. Deste número, 60% dos casos são de cegueira e deficiência visual. Porém, se fossem tratados com antecedência, poderiam ter sido evitados.

Por isso, em comemoração ao Dia da Saúde Ocular, nesta quarta-feira, 10, o  oftalmologista, José Afonso de Moraes, do Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), em Breves, destaca os cuidados para manutenção da saúde ocular e prevenção à cegueira.

“É muito importante que desde o pré-natal sejam observados todos os cuidados para que a saúde ocular seja preservada”, comentou o médico que orienta alguns cuidados, entre eles, uma boa  higiene dos olhos e bom senso para determinadas atitudes que possam prevenir danos a visão.

As doenças preveníveis são as que precisam ser tratadas para evitar a cegueira, porque se perder a visão ela não será mais recuperada, que comumente é causado pelo glaucoma, apesar da catarata ser a principal causa global de cegueira no mundo. “Daí a importância da consultas oftalmológicas regulares”, alertou José Afonso.

Dados de doenças oculares

De acordo com dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, é estimado que aproximadamente 2% a 3% da população acima dos 40 anos de idade tenha glaucoma no País.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa é que existam 80 milhões de pessoas com o problema em 2020 e o número ultrapasse os 110 milhões em 2040.

O HRPM oferece assistência de média e alta complexidade e é referência em várias especialidades aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) vinculados ao 8º Centro Regional, compreendido pelos municípios: Breves, Melgaço, Portel, Bagre, Curralinho, Anajás e Gurupá.

O Liberal
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