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Mulheres e os desafios na produção literária

A história mostra que as mulheres quase sempre participaram da produção literária de maneira invisível

Thamyris Assunção

A escritora Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo” (1999), ao falar sobre o ato da escrita, já dizia em uma de suas crônicas que “escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador”. A autora, que completaria 100 anos no último dia 10 de dezembro, descreveu à perfeição o desafio que mulheres, escritoras paraenses, tiveram que enfrentar para seguir com suas produções literárias em 2020. Driblar os bloqueios na escrita, os preconceitos, as dificuldades diárias trazidas pela pandemia, usar a imaginação e a ânsia do “sentimento sufocador” que precisa ser traduzido em palavras, em contos, foram as saídas encontradas para seguir transformando o sonho da literatura em realidade

A história nos mostra que as mulheres quase sempre participaram da produção literária de maneira invisível. Afinal, o silêncio e a obediência deveriam ser as premissas femininas ideais, perfeitas aos estigmas impostos por um sistema que tornava a sociedade cada vez mais patriarcal, masculinizada. Diante de um poder simbólico e opressor, mulheres deveriam possuir outros papéis. Soterrando suas identidades, serem caladas, submissas e terem seus pensamentos suprimidos era o que lhes restava por obrigação, como nos mostra o passado em muitas de suas páginas.

Entretanto, com a evolução dos tempos e a libertação de muitas “amarras” – graças, sobretudo ao movimento feminista –, as mulheres conquistaram seus espaços e puderam forçar, na literatura mundial, a inclusão de temas que falem, especialmente, sobre suas histórias, suas origens, seus sentimentos, suas impressões sobre o cotidiano, suas realidades diversas. A literatura foi o meio encontrado para entender o surgimento de muitas crenças e valores e para propor o debate contínuo sobre melhorias nas práticas sociais relacionadas às mulheres. A escrita possibilitou a elas, além da autonomia, um novo olhar sobre o passado, o presente e o futuro.

“As sensibilidades todas estão por um fio”

E foi motivada por esse anseio de externar a sua subjetividade que a jornalista e escritora paraense Teresa Dantas decidiu que a literatura faria parte da construção e da compreensão da própria jornada e de muitas outras mulheres. Tendo iniciado sua trajetória em 2010, motivada por mudanças em sua vida, foi na escrita literária que Teresa encontrou um caminho aberto e, ao mesmo tempo, cheio de adversidades, para levar às páginas as narrativas que precisam ser contadas. A necessidade de contar histórias e responder às reflexões sobre diferentes temas, inclusive à própria condição e aceitação feminina, é o que dá o “norte” em sua produção literária. “Começa por um silenciamento. Me vejo envolvida por uma questão que me exige uma reflexão que não encontro [foi] dada. É como se a narrativa pedisse para ser escrita. Por exemplo, escrevi ‘Tudo ali dentro era outra’ pois comecei a me perguntar por que uma menina começa a não gostar de si mesma, a se incomodar com a própria aparência ou por que uma mulher demora tanto pra acessar um lugar diferente de autoestima, um lugar de querer-se bem. De onde vem isso? Como nós mulheres somos educadas para nos relacionar com nosso próprio corpo? As respostas vão acontecendo na jornada de uma personagem e eu procuro dar espaço pra isso na escrita”, conta.

Teresa Dantas (Josiane Santana)

A chegada da pandemia causou impactos para todas as áreas da criação humana. Com a literatura, claro, não foi diferente. Mudanças drásticas no mercado editorial com fechamentos de editoras e livrarias em todo o Brasil, nos hábitos de consumo dos leitores e, para muitas que tentam seguir na carreira literária, transformações importantes no processo de escrita mostraram que 2020 foi um ano atípico e ainda mais desafiador. Maior a imposição do distanciamento físico, maiores cobranças, maior sensibilidade para compreender o mundo. Mesmo em meio ao caos, uma nova janela de compreensão sobre a vida se abriu para muitas mulheres escritoras. Para Teresa, que também é acadêmica do mestrado em Filosofia, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o distanciamento social e todas as implicações que o momento pandêmico trouxe mudaram o ritmo de produtividade e aprofundaram o ato da escrita que, para ela, por si só, já é uma forma de “isolamento”. “O isolamento social traz muitos dobramentos. Pegar sol faz tanta falta pro corpo, quanto tocar em alguém. Eu sou do tipo que sente dores que nem sempre são minhas. No caso de 2020 e da pandemia, isso me afetou de modo profundo. Há a produtividade literária, a acadêmica, a jornalística e, para equacionar isso, foi preciso muito esforço. Escrever já é um tipo de isolamento. Fazer um isolamento, dentro de outro isolamento, pedia uma segunda dobra da dobra que muitas vezes parecia impossível. Minha orientadora me disse isso uma vez para tentar me apaziguar. Não escrevi textos de muito folêgo esse ano. São todos bem breves. Tentei cuidar do meu corpo para não adoecer e dediquei as energias possíveis na escrita da dissertação de mestrado em filosofia, que era sobre ficção e escrita. As sensibilidades estão ainda todas por um fio”, afirma.

Não são poucos os obstáculos para se tentar viver como escritora no Brasil. Em 2020, essas dificuldades ficaram mais evidentes. Ainda analisadas de uma forma condescendente e tendo que driblar as recorrentes tentativas de ocultamento, as criações literárias femininas, para serem concretizadas, parecem ainda depender da aprovação de um mercado criado originalmente a partir de uma visão centralizada no masculino. Transpor as barreiras do preconceito e se afirmar enquanto escritora têm sido a batalha diária de Teresa Dantas e outras tantas mulheres país afora. Com contos e dois livros publicados – o mais recente, “Tudo ali dentro era outra”, em 2017 –, Teresa acredita que, aos poucos, esse cenário machista, como ela mesma define, vai mudar. Basta, para isso, que as mulheres sejam lidas e se apoiem. “Acredito que mulheres que querem escrever hoje encontram muitas outras mulheres que estão criando espaço para isso. A primeira coisa é ler mais mulheres, conversar com outras mulheres sobre isso, trocar experiências e apoio com outras mulheres”, diz.

Repensando os planos, para 2021 a escritora enxerga no horizonte uma nova produção literária revisitando as raízes paraenses e deixa dicas para as mulheres que pretendem seguir na jornada da literatura. “A dica que posso dar, porque é uma das principais carências que senti quando comecei as primeiras escritas, é buscar espaços de troca com outras escritoras. Abrir o diálogo com quem também está começando ou já publicou, compartilhar angústias, dúvidas, medos, aprendizados. O importante é saber que não se está sozinha. Escrever é respirar e colocar o corpo no mundo, fica muito pesado se for um gesto solitário”, conclui.

Imaginação e fantasia: aliadas da superação dos desafios

Nas narrativas fantásticas, heróis enfrentam inúmeras dificuldades, mas sempre chegam para salvar o mundo dos grandes perigos. No mundo de 2020, todos somos um pouco heróis e heroínas que tentam sobreviver ao tempo de incertezas e de mudanças fortes causadas pela pandemia do novo coronavírus. Para superar mais esse capítulo da nossa história, há quem use a imaginação e o poder da fantasia para enxergar saídas e para trazer um pouco de esperança, confiança e alegria às pessoas. É o caso da escritora paraense Roberta Spindler, uma dos destaques da literatura fantástica no Pará e no Brasil.

Roberta Spindler (Arquivo Pessoal)

Em um ambiente também fortemente masculino, Roberta driblou os preconceitos e iniciou sua jornada na literatura fantástica ainda na adolescência. O que era hobby virou profissão para a publicitária que já participou de diversas antologias de contos e tem dois livros publicados (“A Torre Acima do Véu”, 2014 e “Heróis de Novigrath”, 2018). Roberta, que faz parte do movimento de mudança que amplia a cada dia a representatividade feminina no gênero literário fantástico (que abrange vertentes como o terror e a ficção científica), vê hoje um mercado muito mais acessível às mulheres. “Acredito que o mercado está muito mais receptivo e aberto às mulheres. Isso se reflete na quantidade de obras novas de autoras que vimos serem lançadas com destaque ano passado e até mesmo esse ano. Vejo que é uma tendência das editoras se preocuparem cada vez mais com isso e a publicação independente se tornou bem mais acessível com os e-books e plataformas digitais [como o Kindle Self Publishing, da Amazon]”, comenta.

Em 2020, os desafios também estiveram presentes na vida da escritora. Mesmo com o cenário diferenciado, as dificuldades na proximidade direta com os leitores, possibilitada, antes da pandemia, pelas feiras literárias e eventos presenciais e a sensível queda nas vendas de seus livros, vivenciar esse momento rendeu para Roberta boas inspirações para novas aventuras. “Tudo migrou para o on-line, de vendas até eventos. Isso manteve o mercado funcional, mas também, ao meu ver, diminuiu bastante o alcance para com os leitores mais casuais, que estavam acostumados a comprar livros e conhecer autores em eventos como a Feira Pan-Amazônica, por exemplo. Na verdade, minha produtividade aumentou. Consegui concluir dois livros esse ano e ainda revisei outro. Foi um momento em que aproveitei para mergulhar de cabeça nos mundos fantásticos da minha imaginação”, diz.

Para 2021, a escritora pretende seguir rompendo as fronteiras da realidade colocando em prática antigos desejos e dando sequência às histórias de seus personagens, heróis e heroínas com poderes para levar leitores de diferentes idades à outros mundos, outros patamares da imaginação. “Espero conseguir publicar pelo menos um dos livros que terminei de escrever durante esse ano de 2020, dentre eles a continuação de ‘A Torre Acima do Véu’, que é bastante aguardada por meus leitores. Também pretendo tirar uma história em quadrinhos da gaveta e revisitar um velho universo que criei bem no meu início de carreira”, conta.

Persistência e resistência para seguir o sonho e a literatura

A escritora espanhola Esther Vivas, em um dos seus escritos, publicou uma frase que diz que “o ideal materno oscila entre a mãe sacrificada, a serviço da família e das crianças, e a superwoman capaz de conseguir tudo conciliando trabalho e criação dos filhos”. A historiadora e escritora Bruna Guerreiro entende bem o significado dessas palavras e traduz, em sua própria história, a concretização desta realidade descrita por Esther Vivas.

Bruna Guerreiro (Arquivo Pessoal)

Sua jornada, na literatura e na vida real, traz a marca da superação dos desafios. Mãe de um menino autista de 6 anos, Bruna enxergou nos obstáculos diários a propulsão necessária para se manter firme no sonho da carreira literária. Escritora desde os 11 anos, a historiadora que também trabalha como tradutora e revisora, começou a externar sua visão de mundo por meio de poemas e romances. Sempre com inúmeras ideias na cabeça, aprendeu com disciplina e prática a se organizar e levou ao papel vários projetos literários ao longo dos anos.

Com os sentimentos aflorados e uma pandemia no meio do caminho, Bruna se viu diante de uma inesperada e dura rotina. Cuidar do filho e, ao mesmo tempo, tentar se dedicar à criação literária “pesaram” na balança diária, o que trouxe resultados nem sempre animadores. “Minha produtividade foi radicalmente afetada este ano, foi - e ainda está sendo - muito difícil e frustrante lidar com isso. Tenho um filho que demanda muita atenção. Sem escola, sem passeios e, por alguns meses, até sem terapia, eu não tinha tempo algum para trabalhar, fosse nos meus livros, fosse nas minhas traduções. Portanto, não é um tipo de perda de produtividade com a qual eu possa simplesmente aprender a lidar, sabe? Porque não é como se ela fosse decorrente do estresse, mas da impossibilidade real de me isolar para escrever. Escrever não é uma atividade que conviva bem com interrupções o tempo todo. Não tenho muita dúvida de que as mães de crianças pequenas foram as mais afetadas em suas vidas este ano. Eu sinto como se minha vida, minha rotina, tivesse sido arrancada das minhas mãos e agora eu vivo em função dele como se ele tivesse, de novo, 3 meses. E o pior é que todo esse tempo nessa situação acaba acarretando uma falta de ritmo que eu não sei se vou demorar pra pegar de novo. Sinto que está difícil me concentrar”, comenta.

Entretanto, nem tudo foi frustração para a escritora. O amor aos livros falou mais alto e a capacidade feminina de se reinventar comandou o desejo de se atualizar e aprender a expor melhor seus trabalhos ao mercado literário. A pandemia também foi, para Bruna, momento de estudar, se aprimorar e tentar lançar novas publicações, ainda que de forma remota. “Eu acabei me propondo o desafio de organizar minha presença nas redes sociais, sobretudo no Instagram. Consegui fazer um curso de marketing digital para escritores, todo on-line, que foi ótimo. Fiz algumas oficinais de escrita, duas delas com o Andrei Simões, escritor paraense, e vou começar outra com a Teresa Dantas, também escritora paraense. Utilizei meu tempo para fazer algumas revisões de livros parados e, dessa forma estou conseguindo lançar agora em dezembro um romance de época, ‘A Carta Que Nunca Te Escrevi’, que era um conto e foi transformado num romance curto. Estou adaptando o que dá pra fazer”, afirma.

Para as mulheres que pretendem seguir jornadas na literatura em 2021 e buscam trabalhar incansavelmente por um espaço para publicação de suas obras, Bruna deixa dicas e enfatiza: a união é a melhor forma de conquistar o mercado. “Aprender a repensar e redimensionar os sonhos é essencial. É uma carreira que hoje em dia está muito democratizada, o que é ótimo, mas também significa que tem muita, muita gente escrevendo, e aquele sonho de ser "achado" por uma grande editora e que a Netflix vai adaptar meu livro... Bem, é isso, né? É um sonho! Portanto, escreva. Separe um momento para isso, encontre seu equilíbrio entre a disciplina, o sonho e a inspiração e não esmoreça. E se o texto ficar ruim, isso é normal. Não tenha medo de melhorar, escrever é um trabalho, requer prática, intimidade com as palavras. Seu livro merece ser a melhor versão que ele puder ser. Refaça, repense, se questione, peça opiniões. Leia. Leia sempre, leia livros bons, leia livros que você ame, leia livros variados. Se é o que você quer, mire no futuro e pense no processo. Seja honesto com seus leitores e, acima de tudo, consigo mesmo. Não tenho dúvida de que, quando nos unimos, como mulheres e como paraenses, é o momento em que potencializamos nossa força, nossa luz e podemos brilhar mais forte, e assim sermos vistas”, conclui.

O poder da inspiração feminina na literatura e na vida

Clarice Lispector, a autora com a qual abrimos essa matéria, segue como fonte de inspiração para muitas mulheres escritoras. Sua intensidade na escrita, seu mistério, suas fragilidades e a capacidade de, em suas obras, sempre conseguir decifrar a alma feminina, une mulheres em todo o país em estudos e publicações inspiradas em seus livros. E foi justamente a sensibilidade, a visceralidade e a autenticidade de Clarice que chamaram a atenção da professora de Teoria Literária da Universidade Federal do Pará (UFPa) e escritora, Giselle Ribeiro. Inspirada nas obras de Clarice Lispector e relendo-as sempre que possível para “beber da mesma fonte” literária, a escritora de 53 anos conta que seu processo de criação envolve muito diálogo com as obras da autora de origem ucraniana. “Posso dizer que eu não mando em mim. Quando sou poeta, os escritos chegam de forma diversa. Ora eles se anunciam de uma aproximação com as coisas explicáveis desse mundo, ora os escritos aparecem como comunicação vinda de outros escritos. Quando sou leitora tenho diálogo intensos com o que leio. Foi assim que ocorreu durante todo o percurso da publicação do ‘Isso não é um livro. Isso é um caracol’ (2013). Na época eu decidi reler os livros da Clarice Lispector ‘A bela e a fera’ (2a. Ed.1979); ‘Onde estiveste de noite’ (5a. Edição, 1980) e ‘A hora da estrela’ (9a. Edição, 1984). Ali os diálogos internos se faziam frequentes e eu comecei a rabiscar nos próprios livros o esboço do meu livro de poemas em prosa”, revela.

Giselle Ribeiro (Arquivo Pessoal)

Seguindo o pensamento de que a valorização da participação feminina na literatura deve ser urgente e indispensável, tal qual Clarice foi para a literatura brasileira, a escritora nascida em Capanema, município do Nordeste paraense, abriu seus caminhos literários com publicações independentes e encontrou alento, durante a pandemia, na produção de novas obras para “crianças miúdas e graúdas”, como ela mesmo diz. “Bem no meio da pandemia publiquei dois livros para criança miúda e graúda. ‘Um gato chamado cachorro’ (Editora Folheando, 2020) e ‘A menina com semente de Líria no pulmão’ (Editora Folheando, 2020). Os dois livros trazem um jogo de incentivo à leitura. São duas histórias que dizem do meu olhar o mundo. A história ‘A menina com semente de Líria no pulmão’ foi retirada da minha experiência com o livro ‘Asa de passarinho’ da poeta Líria Porto. Então essa é uma história de recepção da minha leitura, mas ela cabe muito bem em qualquer leitor e leitora que tenha um livro como objeto amoroso. ‘Um gato chamado cachorro’ foi escrito de olhar as diferenças que há no mundo: tanto humana quanto animal e da necessidade do respeito às diferenças. Escrever para infância, juventude e adultos também me faz lembrar Clarice”, explica.

Mesmo acreditando que o mercado editorial ainda é limitado e pouco igualitário, Giselle defende que escrever é um ato de libertação capaz de registrar a evolução da história da mulher e que deve ser perpetuado. “Nós, mulheres, estamos nos reinventado a cada segundo vivido e a escrita literária tem segurado as nossas bandeiras. É com essas formas de dizer de nós, com a poesia ou a prosa, que registramos a evolução da história feminina. O mercado editorial continua escasso, mas eu sei de mulheres jovens e poetas que se desdobram para não se perderem. Elas escrevem e publicam do seu jeito com livros artesanais, fanzines. Isso engrandece a nossa vontade”, finaliza.

E não foram somente as escritoras que viveram um ano desafiador. As livrarias e editoras também passaram por um 2020 que exigiu novas posturas e adaptações ao mercado. Repensar o modelo de negócio foi uma das saídas mais importantes para driblar a crise causada pela pandemia. E uma das principais mudanças foi o investimento no chamado e-commerce, o comércio de vendas realizado pelos canais digitais. Um exemplo bem sucedido de e-commerce local é o da Editora da Universidade Federal do Pará (Ed.Ufpa) que se renovou e ampliou a comercialização e o alcance das produções acadêmicas e literárias paraenses.

Para saber (e ler) mais:

Teresa Dantas:

Instagram: @euteresadantas

Para conhecer os livros de Teresa Dantas:

www.editorapatua.com.br

Roberta Spindler:

Instagram: @robertaspindler

Para conhecer os livros de Roberta Spindler:

www.robertaspindler.com.br

Bruna Guerreiro:

Instagram: @brunaguerreiroautora

Para conhecer os livros de Bruna Guerreiro:

www.brunaguerreiro.com.br

Giselle Ribeiro:

Facebook: Giselle Ribeiro

Para conhecer os livros de Giselle Ribeiro:

Loja Ná Figueiredo ou pela Editora Folheando (Instagram: @editorafolheando)

Onde encontrar:

Site: www.vendasonline.editora.ufpa.br

Instagram: @ed.ufpa

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