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Proteção financeira: o que fazer para não ser vítima de golpes e como proceder nesses casos

Sicredi traz orientações para evitar golpes e garantir proteção financeira no dia a dia

Paloma Lobato
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O avanço das tecnologias tem tornado a vida das pessoas cada vez mais cômoda. Com apenas alguns toques na tela do celular, se tornou mais prático e fácil fazer compras de produtos, contratar serviços, entre uma série de outras tarefas. Mas para usufruir de tudo isso com segurança e garantir a proteção financeira, é fundamental estar atento para não cair em golpes e fraudes. Pensando nisso, o Sicredi destaca algumas orientações que podem ajudar a evitar ciladas.

Segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), após a pandemia da covid-19, os ataques de hackers a transações financeiras cresceram 45% em comparação com o período anterior. Somente em 2023, 8 milhões de brasileiros foram vítimas de criminosos e tiveram prejuízo de mais de R$1 bilhão.

Diante desse cenário, é fundamental redobrar a atenção para garantir a segurança financeira e evitar dores de cabeça. "Estar atento a possíveis golpes e fraudes financeiras é buscar evitar, além dos prejuízos financeiros, os de imagem e também, psicológicos, pois os impactos advindos do roubo de dados, falsificação de documentos e invasão de contas bancárias podem ser devastadores", destaca a assessora de Controles Internos do Sicredi, Tais Matos.

Como garantir proteção

Com o aumento significativo no número de golpes e fraudes em todo o país, buscar informações e maneiras de se proteger e evitar situações e risco é essencial. Para evitar ser vítima de golpes financeiros, é importante tomar algumas precauções no dia a dia.

"O conhecimento é a base primária de proteção para as práticas criminosas. Hoje temos a chamada “engenharia social” que é a técnica empregada por golpistas para induzir usuários desavisados a repassarem dados confidenciais e infectar seus terminais com malwares (vírus) ou abrir links para sites infectados. Desta forma, elencamos como principais cuidados a importância em não compartilhar senhas e nem utilizar a mesma senha para vários serviços; trocar senhas periodicamente; nunca colocar suas informações pessoais em formulários de promoções sem verificar no site oficial da empresa a legitimidade", ressalta Tais.

Semana Nacional de Educação Financeira

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com a construção de uma sociedade mais próspera. Não é à toa que a cooperativa está preparando uma série de ações em alusão à Semana Nacional de Educação Financeira (ENEF) 2024, que ocorrerá de 13 a 19 de maio. A iniciativa tem a finalidade de promover ações de educação financeira no país.

"O Sicredi entende que a busca pelo conhecimento financeiro contribui para a tomada decisão e escolhas mais conscientes, sendo importante para uma vida financeira sustentável. Educação financeira vai além de acumular recursos. É o processo de adquirir conhecimento e autoconfiança para gerenciar eficientemente seus recursos financeiros, compreendendo como tomar decisões financeiras informadas. Investir tempo e esforço na educação financeira agrega conhecimento e proporciona vários benefícios que impactam positivamente a jornada de cada um", enfatiza a assessora de Controles Internos do Sicredi.

A programação ocorre anualmente, por iniciativa do Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF). A edição deste ano tem como tema a proteção financeira e será realizado na sede administrativa do Sicredi, localizada na travessa Humaitá, 1001, bairro da Pedreira, em Belém.

Solidariedade

A edição deste ano da Semana Nacional de Educação Financeira do Sicredi ganha ainda mais destaque, dando espaço para a solidariedade. Durante o evento, serão arrecadadas doações destinadas ao povo gaúcho, em virtude das enchentes que atingiram o estado nas últimas semanas.

Além da solidariedade, a ação é uma oportunidade de alertar a população sobre a necessidade de proteção financeira em momentos de grande mobilização solidária.

“Diante dos eventos climáticos que ocasionaram as enchentes no Rio Grande do Sul, afetando 417 das 497 cidades gaúchas, enxergamos a importância de trazer a temática de Proteção Financeira, visto que criminosos estão aproveitando as ações de solidariedade da população brasileira nas doações às vítimas das fortes chuvas para aplicar golpes”, alerta a analista de sustentabilidade e cooperativismo do Sicredi, Laura Camêlo.

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