Transformação do alumínio gera desenvolvimento no Pará

Há mais de 20 anos no mercado, Alubar é pioneira na transformação do alumínio primário em vergalhões e cabos elétricos de alto valor agregado

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O Pará ocupa uma posição de destaque na Amazônia por conta de sua economia diversificada. O estado possui potencial para mineração, agricultura, pecuária, turismo, logística, extrativismo em geral, entre outras atividades. Contudo, a verticalização da produção dentro do território paraense ainda é um desafio em boa parte das cadeias produtivas.

A cadeia produtiva do alumínio é um exemplo de superação deste desafio, com empresas realizando desde a extração da bauxita até o produto acabado dentro do próprio estado.

Localizada em Barcarena, a Alubar está na ponta da cadeia de verticalização do alumínio, sendo a pioneira no estado na transformação do metal primário em vergalhões e cabos elétricos para grandes empreendimentos de transmissão e distribuição de energia.

Planta de produção e fábrica da Alubar, em Barcarena, contribuem com o desenvolvimento da região. Somente em 2018, mais da metade das compras realizadas pela empresa foram feitas de fornecedores locais. (Divulgação)

Em mais de 20 anos de história, se consolidou como líder de mercado na América Latina neste segmento. Além dos produtos de alumínio, também oferece soluções em cabos elétricos de cobre.

O diretor executivo da Alubar, Maurício Gouvea, explica que, ao completar a cadeia de verticalização no estado, a empresa obtém vantagens econômicas e ajuda a desenvolver a região onde está instalada.

"Adquirir a matéria-prima próxima de nós, no mínimo, traz economia no custo do transporte. Além disso, verticalizar o alumínio extraído no Pará gera mais empregos, mais interesse na região e também atrai profissionais mais capacitados. A compra de insumos no entorno da empresa significa também investir no desenvolvimento" — Maurício Gouvea, diretor executivo da Alubar

RIQUEZAS QUE FICAM

Alubar é pioneira na verticalização do metal, produzindo vergalhões e condutores elétricos com valor agregado e abastecendo grandes empreendimentos de transmissão e distribuição de energia com os produtos (Divulgação)

Ao concluir o processo de verticalização do alumínio no Pará, a Alubar contribui para o desenvolvimento de outros negócios na região onde está instalada.

Em 2018, a fábrica realizou mais da metade do total de compras com fornecedores locais, mesmo em meio a obras de expansão que demandaram a importação de máquinas e parte dos insumos. Atualmente, a Alubar possui uma rede de 766 fornecedores localizados no Pará.

Segundo o executivo de gestão da Redes/Fiepa, Marcel Souza, o estado é um dos maiores exportadores de minérios do Brasil e verticalizar a produção local é fundamental para agregação de valor para toda a cadeia produtiva.

"Quando os negócios acontecem aqui, conseguimos alcançar uma maior movimentação econômica interna e, consequentemente, mais desenvolvimento no estado, já que esse processo exige mão de obra, fornecedores e parceiros mais bem qualificados, além de envolver a geração de mais conhecimentos e inovação em parceria com as universidades. Quanto mais otimizarmos as potencialidades locais, mais estímulos serão dados à sustentabilidade econômica do Pará" — Marcel Souza, executivo de gestão da Redes/Fiepa

TERRITÓRIO ESTRATÉGICO

A Alubar possui uma rede de 766 fornecedores no Pará, que contribuem para o fomento da economia local (Divulgação)

Apesar de ter se expandido e inaugurado outras unidades no Brasil e no exterior, a Alubar mantém em Barcarena a sua principal fábrica e núcleo administrativo.

O diretor executivo da empresa afirma que a estratégia não é por acaso, pois a planta de Barcarena representa o maior faturamento, produção e participação da Alubar no mercado.

"Em Barcarena desenvolvemos produtos, negócios, pessoas e daqui exportamos essa tecnologia desenvolvida por nós. Daqui, fomos capazes de crescer e hoje temos mais de uma planta no Brasil e uma fábrica recém-adquirida no Canadá, que entrará em operação em breve. Junto à empresa, crescem também as pessoas e os negócios ao nosso redor" — Maurício Gouvea, diretor executivo da Alubar

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