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Ideal confirma o melhor desempenho da Região Norte em Olimpíadas de Conhecimentos

Colégio entregou mais de 280 medalhas para os alunos da unidade Batista Campos

O Ideal Batista Campos teve um dia especial nesta quarta-feira (10), com a solenidade de entrega das medalhas conquistadas pelos alunos nas Olimpíadas de Conhecimento. As aulas foram suspensas para que todos os alunos pudessem comemorar suas premiações com as famílias e os professores: foram mais de 280 medalhas de ouro, prata, bronze e menções honrosas conquistadas em Olimpíadas de Conhecimentos regionais, nacionais e internacionais.

Um resultado surpreendente, que confirma o Ideal como a melhor escola da Região Norte em competições estudantis de todas as áreas do conhecimento. Segundo o diretor pedagógico da unidade Batista Campos, Cássio Maciel, a conquista de tantas medalhas é fruto de um trabalho contínuo. “O Ideal participa de Olimpíadas de Conhecimento estimulando nossos alunos, e a preparação não acontece apenas na véspera das provas. Os alunos são incentivados a participarem e recebem acompanhamento o ano inteiro, com aulas e suporte dos professores”, afirma. 

Cássio Maciel, diretor pedagógico do Ideal Batista Campos (Ascom / Ideal)

A estratégia tem como objetivo garantir que os jovens saiam da escola formados para a vida e, para isso, são necessários projetos integradores de saber e competências, além de iniciativas capazes de articular esforços multidisciplinares. Nesse sentido, as Olimpíadas Científicas são atividades totalmente ligadas a essa realidade, por mobilizarem toda a comunidade durante as competições.

Recordista
 
O Colégio Ideal tem tradição na participação de Olimpíadas de Conhecimentos e, o mais importante, em conquistar medalhas. São mais de 15 anos de total supremacia nas competições. Os alunos têm oportunidade de participar de mais de 30 Olimpíadas durante o ano, nas diversas áreas de conhecimento onde, sempre, alcançam os primeiros lugares.

Lucas David voltou à escola para prestigiar o irmão Danilo, que recebeu sua primeira medalha. “Hoje é o dia dele, e é só orgulho dessa conquista. Eu sou ex-aluno do Ideal e participei de várias Olimpíadas que me ajudaram a me preparar para a aprovação no ITA, onde me formei. Agora é a vez dele brilhar. Só posso dizer que meu irmão está no caminho certo, e a escola tem um papel fundamental nisso, por todo o apoio que sempre dá aos seus alunos”, avalia Lucas.

Ideal prepara alunos desde o Fundamental I para olimpíadas de conhecimento (Ascom / Ideal)

“Eu lembro quando meu irmão passou no ITA e quando compreendi a grandiosidade dessa conquista, fiquei muito feliz e quero seguir o mesmo caminho”, garante Danilo. “Participar das Olimpíadas de Conhecimento, com todo o incentivo e acompanhamento dos nossos professores, faz parte desse caminho, estou muito feliz”, conta.

Guilherme Berger esperou ansioso a chamada para subir no palco e receber as medalhas conquistadas. Foram seis premiações. “Eu sei o quanto a escola investiu em mim e cada medalha dessas é uma forma de retribuir esse apoio”, diz o estudante, que além das Olimpíadas de Conhecimento, já conquistou a aprovação em duas academias militares e já foi selecionado para uma bolsa de estudos para cursar medicina no Japão.

Guilherme Berger se prepara para estudar no Japão (Ascom / Ideal)

“Não sei se choro de felicidade ou de medo”, brinca a mãe, Sabrina Berger. “Não tenho palavras para agradecer tudo o que o Ideal proporcionou ao meu filho, a forma como a escola fez e ainda faz a diferença na vida dele”, afirma.

A conquista de um aluno é comemorada e estimula outros a participarem. O número de premiações não é superado por nenhuma outra instituição de ensino no Norte do país. “Os primeiros lugares nessas competições geralmente conseguem repetir os resultados em outras situações, como no Enem, em vestibulares de universidades importantes do Brasil e nas escolas militares. Não é à toa que o Ideal é conhecido por ser o primeiro lugar em tudo”, comemora o professor João Marinho, coordenador do Núcleo de Olimpíadas de Conhecimento da escola.

Mais de 280 medalhas foram entregues aos alunos do Ideal Bastista Campos (Ascom / Ideal)

Para ele, o avanço intelectual do aluno que participa delas é notório. “O contato com conteúdos que ultrapassam a grade curricular desperta o desejo de aprender outros temas além do que é trabalhado dentro da sala de aula. O resultado é uma postura investigativa e de alta performance”, avalia. “Alunos com cultura olímpica não estudam para um exame ou para passar de ano. Eles estudam porque têm interesse em aprender. Assim, as competições tornam o estudante protagonista da sua aprendizagem, com participação ativa na busca pelo conhecimento e desenvolvimento das habilidades”, conclui.

Allan Garcia foi o aluno que alcançou maior pontuação nas Olimpíadas durante o ano. “Só tenho a agradecer por todo o estímulo, toda a ajuda e orientação que recebi na escola. Participar dessas competições tem sido muito importantes não só para a minha formação escolar, mas para me descobrir como pessoa. Fazer as provas me ajudou a definir o que eu quero seguir como profissão, o que vai me fazer feliz”, conta Allan. “Cada medalha dessas é uma forma de retribuir todo o incentivo que recebo da escola e, principalmente, da minha família”, completa o estudante.

Aluno Allan Garcia e o pai, Carlos Garcia, que veio de Santarém para comemorar a conquista (Ascom / Ideal)

O pai, Carlos Garcia, veio de Santarém para acompanhar o sucesso do filho. “Estou muito orgulhoso, porque foi difícil para a família quando ele quis vir para Belém. Mas, mesmo distantes, damos todo o apoio de que ele precisa para os estudos. Todas essas medalhas (são oito conquistadas até agora) representam o esforço, a dedicação e o leque de oportunidades que meu filho está construindo para ter um futuro promissor. Sou fã dele, amo muito esse cara que só me dá orgulho”, comemora Carlos.

A estudante Ana Sarah de Sousa também comemorou as seis medalhas e dois certificados de menção honrosa conquistados em Olimpíadas. “É muita felicidade receber essas premiações, porque participar das provas sempre é muito divertido e sei que significam muito para o meu futuro. Desde que entrei no Ideal, na Seletiva de bolsas, me dedico aos estudos para retribuir as oportunidades que a escola me deu, e todas as portas que está abrindo para o meu futuro”, diz a estudante.

A estudante Ana Sarah de Sousa aprende se divertindo nas Olimpíadas de Conhecimentos (Ascom / Ideal)

Guilhermina Sousa não esconde a felicidade pela filha campeã. “É muito gratificante ver uma filha conquistando tantas medalhas, sendo reconhecida. Só tenho a agradecer, porque a escola é muito importante para dar todo o incentivo necessário. Sei que minha filha está começando a construir um futuro brilhante e o Ideal faz parte disso”, comemora.

De acordo com o professor Marinho, “o Brasil conta hoje com Olimpíadas de diversas áreas do saber. Não existe um perfil específico de estudante para participar dessas competições. Meninos e meninas com os mais variados interesses e graus de conhecimento podem se inscrever”, afirma. “Os concursos estimulam o interesse e o estudo em determinadas disciplinas, além de interferir na melhoria do ensino. Há Olimpíadas do Conhecimento de matérias e temáticas como matemática, física, química, história, robótica, astronomia e astronáutica, informática,linguística, ciências, geografia, biologia, saúde e meio ambiente”, enumera ele.

Professor João Marinho, coordenador das Olimpíadas de Conhecimentos do Ideal (Ascom / Ideal)

A participação nas Olimpíadas acontece desde cedo. “Temos competições para todos os níveis, desde o fundamental, o que é muito bom. Quanto mais cedo a criança tiver interesse em participar, melhor. Este foi mais um ano em que tivemos crianças do ideal Jr. que se classificaram e ganharam medalhas”, comemora João Marinho.
 
Divididas por áreas do conhecimento, as Olimpíadas Científicas desafiam os alunos a explorarem o seu potencial em uma competição intelectual que exige a aplicação de conhecimentos associados à realidade em que vivem. “Mais do que as medalhas, o verdadeiro prêmio das Olimpíadas científicas é tirar proveito dessa experiência que, apesar de ter o formato de competição, tem como resultado estreitar laços entre o aluno e o gosto pelo saber”, destaca o professor Marinho. “Nem mesmo a pandemia impediu nossos alunos de participarem e conquistarem medalhas, pois as provas passaram a ser feitas online”, explica.

As Olimpíadas são organizadas ou apoiadas pelos governos federal, estadual e/ou municipal. Dependendo da característica de cada prova, contam com a participação de alunos de escolas públicas, privadas ou ambas.

Pais e familiares acompanharam a cerimônia de entrega das medalhas das Olimpíadas (Ascom / Ideal)
 
Benefícios para todos

Para os alunos, as Olimpíadas apresentam os conteúdos de maneira diferente, mobilizam grupos de estudos e incentivam os estudos individualmente ou na companhia de familiares. Também despertam o interesse por disciplinas que antes poderiam ser vistas como difíceis ou desinteressantes, além de trabalharem competências importantes para a vida, como o controle da ansiedade.
 
Para os professores, ter seus alunos participando das competições é desafiador, já que eles são incentivados a preparar novas metodologias de ensino e a trabalhar diretamente com os alunos competidores, fornecendo materiais de apoio para o ensino da disciplina que está em disputa. Para a escola, é uma oportunidade de integrar a equipe em um projeto comum com foco nos desafios de aprendizagem da sala de aula.

Olímpiadas despertam o interesse de alunos por disciplinas que antes poderiam ser difíceis (Ascom / Ideal)

Além disso, as competições são uma excelente oportunidade para desfazer preconceitos em relação a determinadas disciplinas. Por exemplo, alunos que acham história chata podem ser surpreendidos com os estudos de documentos que aparecem nos exames. Já os estudantes que se sentem inseguros frente à abstração da matemática podem estabelecer uma nova relação com a disciplina diante dos problemas de lógica e aplicação prática que surgem nas provas. Muito além do reconhecimento das grandes universidades, as Olimpíadas permitem desenvolver uma série de habilidades que impactam diretamente na vida do aluno, entre elas, as competências socioemocionais.
 
Como surgiram as Olimpíadas de Conhecimentos

Inspiradas na prática esportiva, em que atletas apresentam suas habilidades e cultivam laços culturais, as primeiras Olimpíadas Científicas aconteceram na Hungria, por volta do século 19. Em seguida, as competições de matemática se espalharam pelo Leste Europeu. No Brasil, a primeira Olimpíada de Conhecimento ocorreu em 1979. Em 2002, o poder público passou a apoiar oficialmente as competições com a criação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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