Hiléia completa 55 anos

Sucesso - esforço e dedicação marcam a trajetória da indústria paraense

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Uma empresa que preza pela inovação e prioriza a satisfação dos seus consumidores, com transparência e seriedade. Esse é o segredo da longevidade da Hiléia, que completa, este mês, 55 anos desde a sua fundação. Com a produção de massas, biscoitos e snacks, a pequena fábrica inaugurada em setembro de 1965, em Castanhal, trilhou um caminho de sucesso, que lhe trouxe reconhecimento nacional e expansão, com três unidades fabris em Belém (PA), Castanhal (PA),  Manaus (AM), Curitiba (PR), Guarulhos (SP), Teresina (PI), Pato Bragado (PR) e filiais.

Sede da Hiléia em Pato Bragado, no Paraná (Divulgação)

Aliada as principais tendências de mercado, os investimentos constantes em automação e modernização, impulsionaram o crescimento da fábrica, sob a gestão dos fundadores Pedro Coelho da Motta, Ignácio Curi Gabriel Filho e Hélio de Moura Melo.  

"Conquistar visibilidade e, principalmente, conseguir estar inserido em todo o mercado no País não é uma tarefa simples, mas com muita dedicação tornamos este sonho realidade", destaca Hélio Melo Filho. 

TRAJETÓRIA 

Durante as mais de cinco décadas de história da Hiléia, a empresa não mediu esforços para conquistar seu espaço, mesmo com dificuldades ao longo do percurso, como distância geográfica da região sudeste, principal polo econômico, estradas e baixo capital de giro. 

"Havia apenas outras cinco fábricas no estado. Nós mesmos fazíamos os atendimentos direto nos pontos de venda", relembra Hélio Melo Filho.

Ação de Degustação da Hiléia (Divulgação)

Após dez anos de trabalho árduo, a Hiléia passou pela primeira ampliação, saindo de um terreno de 5 mil metros quadrados, para 42 mil m², sendo 16 mil m² de área coberta. Além do salto na produção, de 17 para 1.500 toneladas por mês.  

"A partir daí, fomos apostando em inovações no sistema de atendimento e comercialização, também com modernização de nosso portfólio e ampliação do atendimento para os estados do Amazonas, Maranhão e Amapá", explica Hélio. 

Como resultado, além de fomentar a economia paraense e dos demais estados, e empresa contribuiu para geração de emprego e renda, com aumento significativo no quadro de funcionários da Hiléia, que passou de 48 para 180 colaboradores.

INVESTIMENTO 

No início dos anos 90, a Hiléia adquiriu a fábrica de biscoitos, massas e salgadinhos Leal, em Belém, onde hoje são produzidos biscoitos a granel, recheados e wafers. De acordo com o diretor comercial Hélio Melo Filho, a coragem em arriscar e investir em novas possibilidades fazem parte da essência empreendedora, que norteia a gestão da indústria desde o começo. 

Ilha de Produtos Hiléia - Ação em ponto de venda (Divulgação)

"No final dos anos 90 investimentos em uma moderna linha de produção com empacotamento de spaghetti em embalagens plásticas. Foi um marco em nossa trajetória. A partir de então passamos a investir cada vez mais em inovação, automação e modernização da logística", conta. 

Entre as últimas apostas, estão a compra da fábrica de massas Faville, em Pato Bragado, no Paraná, em 2016, onde é feita a produção de macarrão instantâneo e mistura para bolo. "E não vamos parar por aí", adianta Hélio Filho, sobre a expansão da marca. 

FUTURO

Para os próximos passos, a Hiléia se prepara para implementar um programa de governança corporativa, por meio da profissionalização da gestão e, com isso, melhorias contínuas nos processos. Ações voltadas para trazer mais agilidade e dinamismo também estão nos planos da empresa. 

"Estamos prontos para encarar novos desafios, trazer outras inovações e continuar fomentando a economia paraense", comemora Hélio Melo.  

RESPONSABILIDADE SOCIAL

Além do crescimento econômico e geração de emprego e renda para o Pará, a Hiléia se preocupa com o papel social e, por isso, patrocina o projeto Castelo dos Sonhos, que há mais de 20 anos auxilia centenas de famílias e entidades em Castanhal, com ações voltadas para educação, esporte e cultura. Além do amparo à população de risco prestado, junto ao Governo do Estado, durante a pandemia de Coronavírus no município.

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