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Dentistas devolvem autoestima à comunidade com saúde bucal

Clínica-escola da Fibra beneficia população e garante melhor aprendizado aos alunos

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Os cuidados com a saúde bucal vão muito além da estética ou problemas recorrentes, como cáries, inflamações, e outras doenças isoladas. O trabalho realizado pelos dentistas tem poder de recuperar a autoestima de uma pessoa e, também, evitar doenças graves, que podem, até mesmo, evoluir para complicações cardíacas, por exemplo. 

A importância da atuação desses profissionais vem ganhando cada vez mais destaque. Em 2020, o Ministério da Saúde habilitou mais 2.700 equipes de saúde bucal, espalhadas pelo Brasil. No Pará, segundo os dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sespa), a população conta hoje com 966 equipes de saúde bucal, que representam uma cobertura populacional de 44,27%. Além das iniciativas públicas, a comunidade tem acesso a serviços totalmente gratuitos, como a Clínica-escola do Centro Universitário Fibra, em Belém.

Criada em 2017, para dar suporte ao curso de graduação e pós-graduação de Odontologia, a clínica da Fibra oferece uma ampla gama de serviços abertos à comunidade e sem qualquer tipo de pré-requisito. De acordo com o professor doutor Marcelo Lobato, coordenador do curso na instituição e responsável pelo gerenciamento do serviço, a iniciativa oferece a vivência prática para os acadêmicos do curso em um amplo leque de casos e especialidades, o que contribui intensamente para a sua formação e, também, é uma forma de amparar à comunidade.

Marcelo Lobato, coordenador do curso de Odontologia do Centro Universitário Fibra (Divulgação)

"É uma resposta que qualquer instituição deve dar à comunidade, pois muitas pessoas não têm condições, não têm acesso a estes serviços, que são primordiais para a saúde. A odontologia é uma ciência que busca cuidar das pessoas e reflete diretamente na qualidade de vida. Não é só estética, funcional, prevenção de doenças, é um conjunto que se bem trabalhado pode proporcionar bem-estar", afirma Marcelo. 

Para o coordenador, o serviço, por ser gratuito, possibilita que pessoas que não teriam condições de ter uma consulta particular, possam receber atendimento, ao mesmo tempo que os alunos ampliam os seus conhecimentos teóricos. Ele explica que desde o primeiro semestre os acadêmicos têm contato prático na clínica, neste primeiro momento observando e acompanhando os alunos em períodos mais avançados. E a partir do terceiro semestre passam a atender os pacientes, sempre com supervisão dos professores, em todos os procedimentos.

Benefícios à comunidade

Entre os benefícios para à população, estão orientações, realização de palestras e o acompanhamento dos pacientes. "Na Fibra, o atendimento pode ser iniciado por uma teleconsulta, seguindo, posteriormente, para uma avaliação presencial com orientação do tratamento, para que o paciente possa entender a sistemática e não apenas ser tratado. Queremos que ele possa valorizar e manter a saúde bucal a longo prazo", afirma o coordenador do curso de Odontologia da Fibra. 

Aluna do 9º semestre do Centro Universitário Fibra, Hannah Araújo, de 25 anos, conta que a experiência lhe fez enxergar a profissão como transformadora de vidas. "Em cada paciente vemos a recompensa. Eles conversam sobre a vida deles, e com isso aprendi que também estamos ali para ouvir. É muito legal ver a gratidão no final, com a autoestima deles renovada e o bem-estar. O atendimento vai muito além do tratamento propriamente, é sermos humanos", detalha. 

Hannah Araújo, aluna no 9º semestre de Odontologia, acredita que a profissão ajuda a transformar vidas (Divulgação)

Para a acadêmica, a escolha pela profissão de dentista se deu pelo benefício que pode ser gerado ao ser humano na sua integralidade, como agente promotor de saúde capaz de promover a prevenção, tratamento e manutenção da saúde bucal. "Odontologia não é só dente, a saúde é um só e tudo que afeta a boca pode afetar o organismo", destaca Hannah. 

Os benefícios à comunidade também se estendem para a qualidade dos tratamentos oferecidos, conforme pontua a professora Michelle Leal, coordenadora adjunta do curso de Odontologia da Fibra. "Todos os pacientes que se cadastram para participar como voluntários recebem o tratamento sem nenhum custo e com materiais de primeira linha. Sem dúvida gera um impacto muito positivo na comunidade, uma vez que são devolvidos para o paciente não só saúde bucal, mas também estética e autoestima", afirma a docente, que leciona nas disciplinas de Dentística e Clínicas Integradas.

Michelle Leal, coordenadora adjunta do curso de Odontologia da Fibra (Divulgação)

"Todos os pacientes que se cadastram para participar como voluntários recebem o tratamento sem nenhum custo e com materiais de primeira linha. Sem dúvida gera um impacto muito positivo na comunidade, uma vez que são devolvidos para o paciente não só saúde bucal, mas também estética e autoestima", afirma a professora, que leciona nas disciplinas de Dentística e Clínicas Integradas.

Michelle destaca ainda o quanto é gratificante exercer o cuidado com o próximo e poder compartilhar seus conhecimentos com os alunos. "Como cirurgiã-dentista posso dizer que é uma profissão muito gratificante. Ao final do tratamento vê-los com os olhos marejados e um sorriso no rosto de gratidão não tem preço. Como mestre, digo que a docência é um desafio e uma realização diária. O dia a dia com os alunos me impulsiona a melhorar e a buscar novas estratégias, sempre com o objetivo de levar o melhor a eles e formá-los profissionais capacitados com embasamento científico e seguros na prática clínica". 

Acadêmica Hannah Araújo com sua dupla, Caroline Rodrigues, em atendimento na clínica-escola da Fibra (Divulgação)

Riscos à saúde

Apesar de todas as possibilidades de tratamento, o cuidado com a saúde bucal de forma preventiva deve ser prioridade, pois algumas doenças podem evoluir para complicações e trazer sérios danos à saúde. "A mais prevalente é a endocardite bacteriana, que pode ter origem numa infecção na boca, uma inflamação gengival não tratada, um dente extensamente destruído que não foi tratado e acumulou bactéria, por exemplo, e pode contaminar o organismo, entrando na corrente sanguínea, causando uma série de outros problemas que podem comprometer o funcionamento do coração", explica Marcelo 

Para ter acesso aos serviços oferecidos na Clínica-escola da Fibra, é preciso realizar agendamento para consulta odontológica pelo telefone (91) 3266 3110- ramal 273. Para mais informações sobre o curso clique aqui

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