O órgão analisava o caso a pedido do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após a apreensão de uma pistola de propriedade do ex-presidente
Em 25 de junho, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, avaliou em manifestação enviada a Moraes que a manutenção da arma por Bolsonaro em sua residência não indica, neste momento, uma "falta grave"
Na semana passada, a Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou o pedido e encaminhou à Corte italiana informações fornecidas pelo STF para demonstrar a regularidade da condenação
O último voto foi o da ministra Cármen Lúcia, que seguiu a corrente aberta pelos relatores: Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes
O ministro Flávio Dino disse que "há uma tentativa de rediscutir o mérito" do processo. "Não há um argumento novo trazido pela Procuradoria-Geral da República", afirmou.
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