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Tarcísio defende que ampliou quantidade de leitos hospitalares e cirurgias em SP

Estadão Conteúdo

Os candidatos ao governo de São Paulo trocaram farpas neste domingo, 9, em relação ao desempenho da saúde no Estado, durante debate realizado pela Band. Se Fernando Haddad (PT) afirmou que a diminuição da fila para procedimentos de saúde paulista ficou aquém do que se viu no Brasil, Tarcísio de Freitas (Republicanos) argumentou que ampliou a quantidade de leitos hospitalares e cirurgias no Estado.

Haddad começou dizendo que São Paulo recebeu recursos do governo federal para o Sistema Único de Saúde (SUS) porque não houve distinção por parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O petista afirmou que o Estado fez a tabela SUS paulista e conseguiu incrementar, segundo dados apurados no Tribunal de Contas da União (TCU), 32% com atendimento de cirurgias eletivas - mais de 10 pontos porcentuais abaixo da média nacional, que foi de 48%.

Tarcísio, porém, argumentou que as contas de São Paulo foram equilibradas e, com isso, foi possível criar "muita quantidade de leitos". "São 8.400 leitos abertos desde o início do mandato", disse, citando 14 hospitais inaugurados. O governador mencionou, na sequência, uma série de números que foram considerados "mentirosos" pelo adversário.

Haddad afirmou que o candidato à reeleição devolveu o dinheiro da educação para colocar os aposentados na conta e que 62% da tabela do SUS é constituída de dinheiro federal. "Você nega a participação do governo federal", disse, citando o túnel Santos Guarujá, linha 6 do metrô. "Você tem vergonha de agradecer publicamente e de confessar que fez acordo com (o ministério da) a Fazenda."

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