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PESQUISA

Quaest: Entre evangélicos, Flávio oscila de 60% para 58% e Lula vai de 28% para 30%

. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%

Estadão Conteúdo

21 de outubro de 2026 às 12:07

Lula e Flávio Bolsonaro nas eleições 2026.

Lula e Flávio Bolsonaro nas eleições 2026. ( Foto: Reprodução/Flickr )

A mais recente pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (21), revela uma oscilação na intenção de voto para a Presidência da República. Entre os eleitores evangélicos, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) viu sua taxa cair de 60% para 58%, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu de 28% para 30%.

Já entre os católicos, Lula registrou uma alta de 49% para 50%. No mesmo segmento, Flávio Bolsonaro teve uma queda de 43% para 40%, variação que ultrapassa a margem de erro do levantamento.

A pesquisa Quaest ouviu 2.154 pessoas entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.

Contexto e Metodologia da Pesquisa

O período de coleta dos dados abrange a aprovação do fim da escada 6x1, promulgada pelo Congresso Nacional em 16 de outubro. Além disso, a sondagem captou parcialmente os impactos do debate presidencial realizado no último domingo, dia 18.

Intenção de Voto por Região

Na análise por regiões do Brasil, Flávio Bolsonaro mantém a liderança no Sul, Centro-Oeste, Norte e Sudeste. Por outro lado, Lula demonstra maior força no Nordeste.

No Sudeste, o senador do PL marcou 48%, uma queda de um ponto percentual em relação à semana anterior (49%). Lula, na mesma região, avançou de 38% para 39%. No Sul, Flávio Bolsonaro permaneceu com 61%, enquanto Lula oscilou negativamente de 30% para 28%.

No Nordeste, Lula manteve 61% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro teve uma pequena variação de 32% para 31%. Nas regiões Norte e Centro-Oeste, o candidato do PL oscilou de 50% para 49%, e o petista passou de 42% para 41%.