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Saiu em defesa

Malafaia defende Bolsonaro: 'Queriam que Flávio ficasse aqui para ser preso?'

Pastor disse que candidato derrotado nas eleições agiu corretamente ao deixar o país

O Liberal

28 de outubro de 2026 às 14:59

( Foto: Reprodução / Redes Sociais )

O pastor Silas Malafaia defendeu, nesta quarta-feira (28), a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil após a derrota nas eleições presidenciais. Em vídeo publicado nas redes sociais, o religioso afirmou que o parlamentar tomou a decisão correta e acusou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de perseguição política.

“Vocês queriam o quê? Eu estou vendo a esquerda espernear. Queria que Flávio ficasse aqui para ser preso?”, questionou Malafaia.

Na sequência, afirmou que o senador está “corretíssimo” ao deixar o país.

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O pastor também contestou a decisão de Moraes, que autorizou a apreensão dos passaportes de Flávio. Para sustentar suas críticas, mencionou o intervalo de sete minutos entre o pedido da Polícia Federal (PF) e a confirmação do resultado das eleições presidenciais pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no domingo (25). “Ele não é magistrado, ele é um agente político no STF”, declarou Malafaia, colocando em dúvida a imparcialidade do ministro.

A Polícia Federal fundamentou o pedido de apreensão dos documentos no risco de o senador deixar o Brasil. Flávio é investigado em um inquérito que apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz. Os dois negam irregularidades.

Malafaia rebate divulgação de vídeo antigo

No mesmo pronunciamento, o pastor criticou a circulação de uma gravação antiga na qual se posicionava contra a ida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aos Estados Unidos. Segundo Malafaia, o vídeo foi divulgado de maneira a sugerir que ele também era contrário à viagem de Flávio.

O religioso afirmou que mudou de entendimento sobre a viagem de Jair Bolsonaro por avaliar que o ex-presidente poderia ter sido preso se tivesse permanecido no Brasil.

Malafaia também mencionou a decisão do presidente do STF, Edson Fachin, de arquivar uma investigação contra ele e determinar a devolução de seu passaporte, apreendido em agosto de 2025. A decisão foi tomada após manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que não encontrou provas suficientes da participação do pastor no crime investigado.

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