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É inaceitável que trabalhador seja pressionado no trabalho por opção política, diz Luiz Marinho

Marinho disse que as denúncias de discriminação e demissão de trabalhadores por motivação política já vinham desde as eleições de 2022, e em 2026 se intensificaram no período pós-eleitoral, após o resultado das urnas

Estadão Conteúdo

28 de outubro de 2026 às 17:18

( Foto: Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil )

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que é inaceitável que um trabalhador seja pressionado por demissão ou não contratação no local de trabalho por opção política, seja ela qual for.

"Não estamos falando de coloração A ou coloração B. Nós estamos falando que o trabalhador tem o direito democrático, garantido na nossa Constituição, à sua opção política", disse Marinho em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira, 28, em conjunto com o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Advocacia-Geral da União (AGU), o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Ministério Público Eleitoral (MPE) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Marinho disse que as denúncias de discriminação e demissão de trabalhadores por motivação política já vinham desde as eleições de 2022, e em 2026 se intensificaram no período pós-eleitoral, após o resultado das urnas. Ele divulgou canais de denúncia e afirmou que a pasta irá investigar as acusações recebidas, com fiscalização pelos auditores do trabalho.