Baena, Barata, Lemos: Relembre todos os senadores eleitos do Pará desde a Proclamação da República
De 1889 aos dias atuais, dezenas de nomes ocuparam as cadeiras destinadas ao Pará no Senado; em 2026, duas vagas estarão em disputa
A história do Pará no Senado Federal acompanha as principais transformações políticas do país desde a Proclamação da República, em 1889. Em um levantamento baseado em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Agência Senado reuniu informações sobre todas as eleições para o Senado realizadas no estado ao longo desse período. Os primeiros senadores eleitos, em 1890, foram Antonio Baena, Manuel Barata e Paes de Carvalho, com mandatos de três, seis e nove anos, respectivamente.
Durante a Primeira República, outros nomes de destaque passaram pelo Senado, como Justo Chermont, Índio Brasil, Arthur Lemos, Lauro Sodré, Firmo Braga, Dionysio Bentes e Eurico Valle. Ao longo das décadas seguintes, o Pará também teve representantes ligados a diferentes partidos e correntes políticas, entre eles Magalhães Barata, Álvaro Adolpho, Jarbas Passarinho, Hélio Gueiros, Almir Gabriel, Jader Barbalho, Ana Júlia Carepa, Flexa Ribeiro e Paulo Rocha.
A composição da bancada paraense no Senado continuou mudando conforme as eleições e as transformações partidárias do país. Nas eleições mais recentes, foram eleitos Jader Barbalho e Zequinha Marinho, em 2018, e Beto Faro, em 2022.
Para 2026, o Pará terá duas vagas em disputa. A eleição conta, conforme a lista apresentada, com 12 candidatos, entre eles Breno Guimarães, Celso Sabino, Chicão, Marcelino Conti, Coronel Jonildo, Delegado Éder Mauro, Edlaine Rodrigues, Fernanda Lopes, Gizelle Freitas, Helder Barbalho, Lívia Noronha e Zequinha Marinho.
A seguir, confira a relação dos nomes que foram eleitos para representar o Pará no Senado ao longo da história republicana:
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1890: Antonio Baena (mandato de 3 anos); Manuel Barata (mandato de 6 anos); Paes de Carvalho (mandato de 9 anos);
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1894: Antonio Baena;
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1897: Manuel Barata;
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1900: Justo Chermont;
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1903: Paes de Carvalho;
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1906: Índio Brasil;
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1909: Arthur Lemos;
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1912: Lauro Sodré;
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1915: Índio Brasil;
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1918: Firmo Braga;
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1921: Lauro Sodré;
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1924: Dionysio Bentes;
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1927: Eurico Valle;
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1930: Lauro Sodré;
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1935: Abel Chermont e Abelardo Condurú, em eleição indireta para duas vagas;
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1945: Magalhães Barata (PSD) e Álvaro Adolpho (PSD), eleitos para duas vagas;
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1947: Augusto Meira (PSD);
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1950: Prisco dos Santos (UDN/PL/PSP/PST);
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1954: Álvaro Adolpho (PSD) e Magalhães Barata (PSD);
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1957: Lameira Bittencourt (PSD);
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1958: Zacharias de Assumpção (PTB/PR/PSB/PSP);
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1959: Lobão da Silveira (PSD);
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1962: Cattete Pinheiro (UDN/MTR/PL/PR/PRT/PSB/PSP/PTN) e Lobão da Silveira (PSD);
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1966: Jarbas Passarinho (Arena);
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1970: Renato Franco (Arena) e Cattete Pinheiro (Arena);
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1974: Jarbas Passarinho (Arena);
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1978: Gabriel Hermes (Arena) e Aloysio Chaves (Arena);
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1982: Hélio Gueiros (PMDB);
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1986: Almir Gabriel (PMDB) e Jarbas Passarinho (PDS);
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1990: Coutinho Jorge (PMDB);
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1994: Jader Barbalho (PMDB) e Ademir Andrade (PSB);
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1998: Luiz Otávio (PPB);
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2002: Ana Júlia Carepa (PT) e Duciomar Costa (PSD);
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2006: Mário Couto (PSDB);
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2010: Flexa Ribeiro (PSDB) e Jader Barbalho (PMDB);
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2014: Paulo Rocha (PT);
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2018: Jader Barbalho (MDB) e Zequinha Marinho (PSC);
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2022: Beto Faro (PT);
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2026: duas vagas estarão em disputa, com os seguintes candidatos listados: Breno Guimarães (Mobiliza); Celso Sabino (PDT); Chicão (União Brasil); Marcelino Conti (PSOL); Coronel Jonildo (DC); Delegado Éder Mauro (PL); Edlaine Rodrigues (Democrata); Fernanda Lopes (UP); Gizelle Freitas (PSOL); Helder Barbalho (MDB); Lívia Noronha (Solidariedade); Zequinha Marinho (Podemos).
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