Alckmin defende tradições católicas após polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida repercutir
Vice-presidente se pronuncia após mensagem de católicos preocupados e esclarece que mudanças no feriado de Nossa Senhora Aparecida não ocorrerão.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou que "as tradições religiosas estarão protegidas" e defendeu as tradições católicas em um vídeo publicado na rede social X, nesta sexta-feira, 25. Na gravação, Alckmin diz ter recebido mensagens de "católicos preocupados".
Alckmin faz referência, sem mencioná-la diretamente, ao projeto do então deputado federal Victório Galli (Progressistas/Mato Grosso) em dezembro de 2007. Na proposta, ele visava alterar a lei do feriado de 12 de outubro para substituir a expressão “padroeira do Brasil” por “padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”.
No entanto, o texto foi rejeitado pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara em julho de 2008 por falta de amparo constitucional e arquivado em agosto de 2008. Em 2019, Galli se tornou assessor especial da Presidência da República por Jair Bolsonaro. Atualmente, ele concorre novamente ao cargo de Deputado Federal.
"Enquanto o presidente Lula e eu estivermos governando este País, as tradições religiosas, tão sagradas para as famílias brasileiras, estarão protegidas e preservadas", disse. Alckmin acrescentou: "Defendemos que o Brasil é um País que tem respeito por todas as religiões e capaz de conservar pacificamente as tradições católicas".
Em sua rede social, Flávio negou a intenção de adotar a medida relacionada à Nossa Senhora Aparecida. A história é falsa. O projeto em questão foi apresentado pelo então deputado federal mato-grossense Victório Galli (filiado à época ao MDB) em dezembro de 2007. A proposta foi arquivada em 2008.
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