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ASSASSINATO

Policial federal morto em tentativa de assalto é velado neste domingo (08)

Leonildo Dias, de 87 anos, morto durante um assalto a uma padaria no bairro do Marco, em Belém, no último sábado (07)

O Liberal

8 de novembro de 2026 às 13:04

Amigos e familiares se despedem a vítima

Amigos e familiares se despedem a vítima ( Foto: Foto: Igor Mota I O Liberal )

O velório do policial federal aposentado Leonildo Dias, morto a tiros durante um assalto a uma padaria no bairro do Marco, em Belém, ocorre neste domingo (8), em uma capela particular, no bairro de Fátima.

Amigos e familiares acompanham a despedida, marcada pela presença de pessoas próximas ao policial aposentado, muitos deles colegas e amigos da Polícia Federal. O sepultamento está previsto para segunda-feira (9), em um cemitério particular.

Leonildo Júnior, filho da vítima, informou que o pai tinha 87 anos e deixou três filhos. Consternado, ele lamentou o crime e afirmou que a família aguarda informações sobre as circunstâncias do ocorrido.

“Ainda estamos esperando chegar familiares. Ele era o mais novo dos irmãos. Os amigos policiais dele estavam aqui. Nesse momento, estamos esperando as investigações para definir o que aconteceu”, comentou.

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Amigos lamentam a perda

Entre as pessoas que compareceram ao velório estava Carlos Alberto, também aposentado e amigo de Leonildo há cerca de 30 anos. Ele relembrou a convivência com a vítima e destacou características como a alegria e a tranquilidade do amigo.

“A gente se conhecia há uns 30 anos. Gente boa, um cara da paz, sempre sorridente. Apesar dos seus 86 anos, ele ainda vivia com bastante alegria. Morava ali perto de onde, infelizmente, foi assassinado. A gente perde realmente um cara sangue bom”, afirmou.

Carlos Alberto também demonstrou indignação com a violência e a sensação de insegurança enfrentada pela população. Segundo ele, nem mesmo a experiência na área policial impede o temor diante da criminalidade.

“A gente não pode sair de casa. Mesmo você estando armado, sai temeroso. A sociedade brasileira não merece viver nessa insegurança permanente”, lamentou.