Um homem identificado como Anderson Braga de Sousa, de 27 anos, morreu após ser baleado na cabeça na manhã desta segunda-feira (28), no bairro do Jurunas, em Belém. O homicídio foi registrado na passagem Vila Nova, entre a Avenida Bernardo Sayão e a Travessa de Breves. Conforme as informações da Polícia Militar, a vítima foi atingida por um único disparo. O crime ocorreu por volta das 7h40. Segundo o perito Leonardo Ferreira, da Polícia Científica, Anderson foi atingido por um tiro na região da testa. A perícia também apontou que o disparo foi efetuado com uma pistola calibre 9 mm. No local, foi encontrado somente um estojo de munição. Segundo testemunhas, o autor do disparo estava encapuzado e teria chegado ao local em uma motocicleta. Ainda conforme os relatos, Anderson teria acreditado inicialmente que a situação se tratava de uma brincadeira e não teria percebido que seria alvo de um ataque. Moradores contaram que Anderson residia na área e trabalhava em uma empresa de locação de andaimes. O homicídio ocorreu em frente ao local onde ele trabalhava. Vizinhos também o descreveram como uma pessoa tranquila e disseram que ele nunca havia causado problemas ou se envolvido em confusão. Ainda de acordo com moradores, ocorrências como essa não seriam comuns no local, descrito por eles como uma área geralmente tranquila. Familiares relataram que Anderson não havia recebido ameaças anteriormente e não tinha antecedentes que, segundo eles, pudessem indicar uma possível motivação para o assassinato. A Polícia Militar esteve no local e realizou o isolamento da área. A Polícia Civil foi acionada para realizar o levantamento das informações que devem auxiliar nas investigações sobre o crime. Até o momento, não há informações sobre a identidade do suspeito ou sobre a motivação do homicídio. Em nota, a Polícia Civil informou que a Delegacia do Jurunas investiga a autoria e motivação do crime. "Segundo informações iniciais, a vítima foi alvejada por um homem em uma motocicleta. Perícias foram solicitadas e testemunhas são ouvidas. Informações que possam contribuir com a investigação podem ser repassadas, de forma anônima, pelo Disque-Denúncia 181 ou pelo canal Iara, via WhatsApp, no número (91) 3210-0181. O sigilo é garantido", comunicou.