Recuperação do Canal do Tucunduba depende de despoluição e tratamento da água, diz pesquisadora
A água do Canal do Tucunduba não é adequada para banho e a recuperação do rio depende de medidas que vão além das obras realizadas em seu entorno, segundo a professora Luziane Mesquita da Luz, da Universidade Federal do Pará (UFPA). Especialista em Geomorfologia e Hidrologia, ela explica que o Tucunduba recebe água de 12 canais urbanos e concentra efluentes de uma bacia que reúne mais de 10 bairros de Belém, sem que grande parte desse volume passe por tratamento. Para que o canal possa oferecer um ambiente de qualidade à população, a pesquisadora aponta a necessidade de despoluição, tratamento da água e recuperação ambiental, medidas que, segundo ela, ainda não aparecem de forma efetiva nas intervenções realizadas nos rios urbanos da capital. REPORTAGEM: JAMILLE MARQUES (ESPECIAL) IMAGENS: WAGNER SANTANA
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