Psicanalista explica a prática do ghosting, que usa do sumiço para o término abrupto de relações
Um parceiro amoroso que, em um certo dia, decidiu não responder mais as mensagens nas redes sociais, atender ligações e bloqueou o outro, como forma de encerrar o relacionamento sem confronto ou diálogo antes. Ou então, um familiar que saiu de casa e cortou relações com o resto da família, sem explicar a escolha. As duas situações são exemplos do ghosting, uma estratégia para dar um fim às conexões amorosas, sociais e familiares de forma repentina, sem justificativa. A psicanalista Jéssica Pingarilho, de Belém, explica que o ato pode ter impactos psíquicos tanto em quem pratica quanto em quem é vítima. Reportagem: Ayla Ferreira, estagiária Supervisão: Fabiana Batista, coordenadora do núcleo de Atualidades Imagens: Arquivo Pessoal
Por Especiais
Antes da procissão, o serviço religiosas vivem o Círio entre oração, acolhimento e missão
Entre laços e medalhas: Tia e sobrinho dividem pódio mundial e paixão pelo judô
Da maniva à mesa: a tradição da maniçoba que ganha força no Círio de Nazaré
Novo LibClassificados acelera negócios no mercado imobiliário do Pará
Com câncer de mama em remissão, pedagoga compartilha trajetória e reforça sobre diagnóstico precoce
Dia Nacional da Natureza destaca a importância das áreas verdes em Belém