Passageiros em Belém torcem por liberação de bagagem até 23Kg em voos

Eles disseram que cobrança da bagagem não resultou em preços menores de vôos, como prometido

Eduardo Rocha

No Aeroporto Internacional de Belém, na noite desta quarta-feira (22), passageiros que embarcavam e desembarcam de vôos nacionais e internacionais, reagiram positivamente a notícia de que o Senado aprovou a isenção de pagamento por mala de até 23 quilos em aeronaves a partir de 31 assentos, em vôos domésticos, de acordo com o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 12/2019 aprovado hoje no Senado Federal em Brasília (DF)

Para a autônoma Lindalva Ho, que seguiu viagem para Paramaribo, "essa medida vai facilitar a viagem para quem costuma ir a outros estados". A jornalista Nara Velasco ficou de viajar para Brasília (DF). "Sim, claro que é uma boa medida; vou torcer para o presidente sancionar", declarou. Ela comentou que "nem lanche tem mais nos vôos".

"É perfeito; inclusive, foi anunciado que as empresas passariam a cobrar dizendo que iria cair o preço das pasagens e isso não ocorreu", destacou Domiciano Sobral, 55 anos, professor de História. Ele também torce pela sanção presidencial. O argentino Fernando Nascimento, técnico de Laboratório que mora em Belém, ficou de viajar para Recife (PE) e de lá para a Argentina. "Eu viajo muito e isso vai ser bom. Agora, tem que ter bom senso; antes de as empresas cobrarem tinha passageiro levando até 50 quilos em vôo e não pagava, ou seja, tem que ter um limite de peso", assinalou.

A assistente social Andréa Lauande costuma viajar muito. Ela estava na área de desembarque de um vôo de Portugal para Belém no começo da noite. "O que é mais complicado com relação à cobrança da bagagem é que o aumento era para baixar o preço das passagens, mas isso não aconteceu. E aí se paga caro pelo transporte, em vôo sem qualidade, sobrecarrregando os passageiros. Às vezes, sai mais barato ir para fora do País", afirmou, também na expectativa de melhores dias para os pasageiros em vôos nacionais. 

O Liberal
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