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COVID-19

Reitor da UFPA: "difícil lidar com tantas perdas na comunidade acadêmica"

Mensagem em vídeo foi divulgadas pelas redes sociais

Redação Integrada

16 de março de 2021 às 16:24

Em mensagem divulgada na tarde desta terça-feira (16), o reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Emmanuel Tourinho, lamentou as mortes de professores, alunos e técnicos da universidade por conta da pandemia de covid-19.

"Todos os dias recebemos notícias que nos deixam consternados, de pessoas queridas que participaram da construção da universidade e não estão mais entre nós. tem sido difícil lidar com tantas perdas e o sentimento de luto nos acompanha. Todas as pessoas que nos deixaram permanecerão na nossa memória", disse.

Tourinho também fez um balanço das ações da UFPA durante a pandemia, como os estudos realizados pelo Laboratório de Genética Humana para a identificação de novas cepas do coronavírus no estado.

Citou, também, o acordo com a Prefeitura de Belém para a abertura de novos leitos de UTI e enfermaria no Hospital Universitário João Barros Barreto e também a disponibilização do campus da universidade para a campanha de vacinação.  

"Continuamos empenhados em manter a universidade ativa, nas atividades regulares e no apoio a população do Pará, continuamos colaborando com a sociedade em várias frentes.  Iniciamos o calendário de 2021 e estamos envolvidos em um grande esforço para manter as atividades de ensino. Nossa programação maior é não deixar o corpo discente sem atividades de formação, já que isso certamente contribuiria para o avanço da desigualdade", afirma. 

O reitor lembra que, por conta da pandemia, as atividades seguem em caráter remoto na universidade, mas que a instituição criou o programa de Auxílio de Inclusão Digital e ajudou com recursos próprios milhares de estudante e, em breve, a iniciativa deve incorporar mais 900 professores. 

"Toda a comunidade está sendo afetada pelas perdas trazidas pela pandemia e precisamos ser compreensivos e solidários também no ambiente de ensino. Vivemos uma tragédia humanitária sem precedentes. Devemos seguir informando a sociedade sobre o período de discursos que ignoram orientações científicas e que colocam a população sob extremo risco", avaliou.

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