Estamos no Dia Nacional da Visibilidade Trans. Celebrada neste dia 29 de janeiro, a data, além de ser uma oportunidade para o debate, nos convida a refletir sobre comportamentos e falas, ainda estigmatizados, em relação a essa população. Pensando nisso, e acreditando que a melhor possibilidade para a quebra de pré-conceitos é a informação, convidamos o casal Isabella Santorinne, 28, mulher transexual, militante da causa trans e coordenadora da Rede Paraense de Pessoas Trans (Reppat), e Rafael Carmo, 25, artista visual e coordenador da Reppat, para responderem aos questionamentos mais buscados no Google, nos últimos 30 dias, sobre pessoas transexuais. Veja o resultado nesse conteúdo especial e inédito produzido pela Redação Integrada de O Liberal. Isabella Santorinne é coordenadora da Rede Paraense de Pessoas Trans, assim como Rafael Carmo, que também é artista visual (João Ramos / O Liberal) "Eu, com 12 anos de idade, já sabia que tinha algo 'diferente' comigo, porque eu olhava no espelho e via um corpo de menino, mas a minha alma era feminina." Isabella Santorinne, coordenadora da Rede Paraense de Pessoas Trans: "As pessoas ainda não compreendem que em nossa sociedade não existem apenas homens com pênis e mulheres com vaginas. Existem, também, mulheres que têm pênis e homens que têm vagina." Rafael Carmo, coordenador da Rede Paraense de Pessoas Trans: Reportagem: Tainá Cavalcante Produção: Sérgio Moraes Tainá Cavalcante Imagens: João Ramos Oneti Neto Pré-edição: Oneti Neto Edição: João Ramos Coordenador de Métricas e Mídias Sociais: Sérgio Moraes Editor do Núcleo de Cidades: Lázaro Magalhães Editor Executivo de Digital: César Modesto Vice-presidente do Grupo Liberal: Rosângela Maiorana Presidente Executivo do Grupo Liberal: Ronaldo Maiorana