SEX · 02 OUT 2026Assine

PERDA

Senador republicano Lindsey Graham, aliado de Trump, morre aos 71 anos nos Estados Unidos

Parlamentar era um dos principais nomes do Partido Republicano em temas de política externa e presidia a Comissão de Orçamento do Senado

O Liberal

12 de julho de 2026 às 20:07

O gabinete de Graham informou que ele morreu neste sábado (11) após uma "doença breve e repentina"

O gabinete de Graham informou que ele morreu neste sábado (11) após uma "doença breve e repentina" ( Foto: Foto: Reprodução | )

O senador republicano Lindsey Graham, um dos principais aliados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, morreu neste sábado (11), aos 71 anos, em decorrência de uma “breve e repentina doença”, informou o gabinete do parlamentar.

“Na noite de sábado, 11 de julho, o senador dos Estados Unidos Lindsey Graham faleceu em decorrência de uma breve e repentina doença”, informou o gabinete do senador da Carolina do Sul em comunicado divulgado na rede social X.

Segundo a nota, a família agradeceu as manifestações de apoio e pediu privacidade “neste momento extremamente difícil”.

Graham iniciou sua carreira política no Congresso em 1994, ao ser eleito para a Câmara dos Representantes. Em 2002, conquistou uma cadeira no Senado, onde foi reeleito em 2008, 2014 e 2020. Atualmente, presidia a Comissão de Orçamento da Casa.

Ao longo da trajetória política, tornou-se uma das principais vozes do Partido Republicano em assuntos ligados à política externa. Embora tenha feito críticas a Donald Trump durante as prévias republicanas de 2016, aproximou-se do presidente após sua eleição e passou a integrar seu grupo de aliados mais próximos no Senado.

Defensor de uma postura mais rígida em relação ao Irã e apoiador de Israel, Graham ganhou destaque por defender o aumento da pressão militar e diplomática contra Teerã.

O governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, prestou homenagem ao senador, classificando-o como “insubstituível”.

“O mais combativo defensor da Carolina do Sul e dos Estados Unidos — e um amigo leal e constante”, escreveu McMaster no X.

O presidente de Israel, Isaac Herzog, afirmou ter recebido a notícia da morte com “choque e profunda tristeza”.

“Graham era um exemplo de clareza moral e um verdadeiro líder da parceria entre Estados Unidos e Israel”, escreveu Herzog. “Nunca esqueceremos como esteve ao lado do povo de Israel em nossos momentos mais difíceis. O povo de Israel lamenta sua perda, e eu sentirei profundamente a falta do meu grande amigo.”