O número de mortos em um ataque russo em Komyushuvakha, na região de Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia, subiu para 31 nesta terça-feira, 3, com dezenas de pessoas ainda desaparecidas. O episódio, ocorrido em um local onde pessoas se reuniam para receber ajuda humanitária, aconteceu em meio a uma onda de ataques noturnos que atingiram usinas de energia por todo o país, danificaram hospitais e deixaram um grande número de feridos.
Equipes de resgate e voluntários continuaram as buscas no local, na esperança de encontrar vivos mais de 45 moradores desaparecidos sob os escombros. Entre os mortos, estão quatro policiais e dois socorristas, informou Mykhailo Semikin, chefe interino da administração militar regional, nesta terça-feira. Foi decretado luto de três dias.
A Rússia lançou 289 drones de ataque, 17 mísseis balísticos e 59 mísseis de cruzeiro contra nove regiões, provocando cortes emergenciais de energia, informou o presidente Volodimir Zelenski em uma publicação online, observando que a ofensiva coincidiu com as eleições nos Estados Unidos.
Moscou manteve seus ataques noturnos contra usinas elétricas e infraestrutura energética às vésperas do inverno, causando danos extensos e interrupções no fornecimento de eletricidade; ao todo, foram realizados 20 ataques em 10 regiões durante a noite, segundo o Ministério da Energia da Ucrânia.
A concessionária de energia ucraniana DTEK informou que três de suas usinas interromperam as operações após sofrerem danos significativos em ataques intensos. Não houve registro de feridos.
O Ministério da Defesa da Rússia declarou, nesta terça-feira, ter abatido 856 drones ucranianos durante a noite.
O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, afirmou que 493 drones foram lançados em direção à capital russa. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
