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Caso Christa Pikee: mulher que sobreviveu à execução está consciente e falando

Christa Pike continua internada nos EUA após tentativa de execução; advogados afirmam que recuperação será longa

O Liberal com informações da AE

6 de outubro de 2026 às 20:06

Christa Pike, detenta que sobreviveu a duas doses de injeção letal durante uma tentativa de execução no Tennessee, nos Estados Unidos, está consciente e consegue falar. A atualização foi divulgada nesta terça-feira (6) pelos advogados da mulher, que permanece internada em um hospital.

Segundo a defesa, Pike continua recebendo cuidados médicos intensivos e seu prognóstico ainda é incerto. Os advogados afirmaram que ela sofreu graves ferimentos nos braços durante o procedimento e que permanece algemada à cama do hospital.

A nova informação representa uma melhora no quadro de saúde da detenta. Após a tentativa de execução, realizada em 30 de setembro, Pike ficou inconsciente e precisou ser mantida em um respirador. Agora, ela já consegue respirar sem o aparelho e se comunicar.

“Contra todas as expectativas, Christa Pike está consciente, falando e continua recebendo cuidados médicos intensivos”, afirmaram os advogados em comunicado.

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Detenta sobreviveu a duas doses letais

Pike recebeu duas doses de pentobarbital durante a tentativa de execução, mas não morreu. O procedimento foi interrompido e ela foi retirada da prisão em Nashville de ambulância para receber atendimento hospitalar.

Os advogados afirmam que o medicamento provocou queimaduras e bolhas nos braços da detenta. Um especialista que acompanha a equipe jurídica disse que a capacidade de Pike voltar a falar é um sinal positivo, mas alertou que ainda existem riscos graves e que pode levar semanas ou meses para que seja possível avaliar completamente sua recuperação.

A execução havia sido determinada pela condenação de Pike pelo assassinato de sua colega de classe Colleen Slemmer, ocorrido em 1995.

A defesa deve voltar ao tribunal nesta quarta-feira (7) para pedir a preservação de documentos e outras provas relacionadas à tentativa de execução, incluindo registros dos medicamentos utilizados.