O que deve ser feito em Belém para incentivar a reciclagem de resíduos sólidos?

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Valéria Nascimento

— Eu acredito que a Prefeitura de Belém deveria organizar uma campanha educacional, de grande abrangência, para que a população se conscientize e entenda como separar esse lixo, conheça quais são os pontos de coleta, pois as pessoas têm boa vontade, mas também têm dúvidas sobre como separar esse lixo, como fazer a limpeza das embalagens, então, uma campanha ajudaria muito.
Anna Carla Ribeiro, jornalista

— A coleta seletiva deve ter maior apoio do poder público, como na questão da educação ambiental para a sociedade, incentivo e subsídios para as cooperativas de reciclagem, além de os condomínios e empresas que aderirem à coleta seletiva terem um abatimento de impostos.
Lucas Pereira, 23 anos, geólogo

— A Prefeitura de Belém deveria fomentar campanhas educativas sérias nos meios de comunicação em geral e principalmente criar ecopontos de coleta de materiais recicláveis nos principais bairros de Belém. Esse seria o ponto de partida para a transformação dos nossos hábitos de consumo e descarte.
Argel Sodré, 24 anos, geólogo
 
— Nós sabemos que existe um instrumento muito claro de política pública, que é a educação ambiental. Nós temos educação ambiental na internet, temos nas escolas, em cartilhas, em todo lugar a gente tem acesso a isso, é uma mudança de comportamento necessária, através de educação ambiental. Por outro lado, eu penso que não adianta a população estar educada, com relação à separação de resíduos, se a prefeitura não tenha uma coleta seletiva.
José Maria Dias, 59 anos, administrador 

— Tudo começou quando assistimos a uma reportagem sobre o Movimento Moeda Verde, em Igarapé-Açu. Fomos conhecer a experiência, pois já atuávamos em um projeto de preservação das tartarugas marinhas, o Suruanã, e em parceria com a Prefeitura criamos o "Câmbio Azul", cédula que tem valor equivalente a R$ 1 e que remunera as pessoas que trocam garrafas pet, alumínio, livros em um posto de coleta. Com a moeda, eles podem adquirir produtos em farmácias, lojas de roupas e outros estabelecimentos credenciados.
Luana Chucre, 29 anos, coordenadora do projeto "Câmbio Azul", em Curuçá

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