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Como identificar sinais de autismo nas crianças

Pessoas com o transtorno apresentam dificuldade de interação social e alterações no comportamento

Ana Paula Gama

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) trata-se de um distúrbio no desenvolvimento neurológico da criança, que causa dificuldade na comunicação e problemas de interação social, além de mudanças no comportamento. Geralmente, o autismo pode ser identificado entre um e dois anos de idade.

Neste mês, é realizada a campanha “Abril Azul”, que tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre o transtorno e dar mais visibilidade ao tema.

Cor que define a campanha de conscientização sobre o autismo é o azul, pois o transtorno atinge mais pessoas do sexo masculino (Polina kovaleva/Pexels)

Segundo o Center of Diseases Control and Prevention (CDC), órgão ligado ao governo dos Estados Unidos, a cada 44 crianças nascidas, uma deve apresentar TEA. Isso mostra um aumento significativo, pois há alguns anos, ocorria um caso para cada 500 crianças. A estimativa é que, em todo o mundo, 70 milhões de pessoas tenham autismo, sendo 2 milhões no Brasil.

Acredita-se que as causas do TEA estão ligadas aos fatores genéticos e ambientais. Autistas são consideradas pessoas com deficiência e têm os seus direitos garantidos por lei.

Sinais e sintomas do Transtorno do Espectro Autista

Os sinais e sintomas do TEA surgem logo nos primeiros anos de vida e devem ser avaliados pelo médico que faz o acompanhamento periódico. Confira:

- Dificuldade na interação social: a pessoa autista pode fazer pouco contato visual ou gestos, além disso tem dificuldade de fazer amizades e expressar suas vontades;

Pessoa autista não consegue entender certas brincadeiras (Rodnae productions/Pexels)

- Mudanças no comportamento: a criança pode ficar desorganizada com pequenas mudanças nos hábitos e rotina e pode ter grande interesse por coisas bem específicas, como números, letras;

- Dificuldade de comunicação: quem tem TEA, pode apresentar dificuldade em começar ou manter uma conversa, entender figuras de linguagem ou brincadeiras;

- Comportamentos repetitivos: a pessoa autista pode fazer movimentos repetitivos sem função aparente, como balançar as mãos ao ficar feliz ou chateado.

Tratamento

O autismo é uma condição de saúde, por isso, não tem cura, porém existem tratamentos que ajudam na qualidade de vida e capacidade de comunicação. Sessões com o fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicólogo, apoio pedagógico e uso de medicamentos estão entre as principais intervenções.

Uma dieta balanceada também pode auxiliar a pessoa autista a ter uma boa noite de sono, ficar menos irritada e melhorar o apetite.

A Unimed Belém estará realizando campanha nas redes sociais para discutir o tema e no dia 14 de abril, às19h, pelo Instagram, realizará uma live sobre o percurso do diagnóstico do transtorno do espectro autista. A realização será do Núcleo de Acolhimento e Avaliação das Terapias Integrativas para Transtorno do Espectro Autista (Natitea), que faz parte do Programa de Atenção Integral à Saúde.

Serviço da Live:

Data: 14 de abril às 19h

Onde:No Instagram da Unimed Belém @unimed_belem

Realização: Unimed Belém através do Núcleo de Acolhimento e Avaliação das Terapias Integrativas para Transtorno do Espectro Autista (NATITEA) 

Tema: O percurso do diagnóstico do TEA, 

Mediadora: Andresa Dias Carvalho, Educadora Parental em Disciplina Positiva e Especialista em ABA para Autismo e Desenvolvimento Atípico.

Unimed
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