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Ataque de raiva ou agressividade: qual o limite entre eles

Buscar ajuda profissional é fundamental para quem tem ataques constantes

Paloma Lobato

Cultivar emoções negativas como a raiva, por exemplo, pode trazer uma série de transtornos. O sentimento de raiva, quando ocorre em pequenas doses, é considerado saudável para os especialistas. Porém, quando o problema extrapola o bom senso, esse tipo de ação pode prejudicar o bem-estar físico e o convívio social.

Um ataque de raiva, que cientificamente é conhecido como transtorno explosivo intermitente e, popularmente, é chamado de Síndrome de Hulk, faz com que o corpo humano atinja elevados estágios de estresse, tornando-se, em alguns casos, incontrolável.

 

O psicólogo da Hapvida, Carol Costa, destaca que “é normal, em algum momento, você estar chateado, falar alto, coisas desse tipo. Mas quando a atitude é desproporcional ao agente causador, isso pode se tornar um problema”.

Além dos transtornos nas relações pessoais, esses ataques podem vir acompanhados de uma série de sintomas como dor de cabeça, tontura, náuseas e alterações da consciência. Eles também podem ocasionar outros problemas como abuso de substâncias, depressão, TOC e fobia social.

A raiva excessiva pode colocar em risco o bem-estar e a segurança de outras pessoas (Banco de imagens/Pexels)

 

Entre as principais características do transtorno explosivo intermitente estão falta de controle sobre o impulso agressivo, quebrar os próprios pertences ou os dos outros, suor, formigamento e tremores musculares; aumento dos batimentos cardíacos; ameaças verbais ou agressividade física a outra pessoa sem um motivo que justifique essa atitude; sentimento de culpa e vergonha após os ataques.

Tratamento

Quando os ataques de raiva ocorrem com frequência e acabam saindo do controle, o ideal é a busca por ajuda de um profissional como um psicólogo ou psiquiatra. O tratamento inclui o uso de medicamentos específicos, além de sessões de psicoterapia cognitivo-comportamental para o controle dos impulsos e da ira.

“Se você está passando por uma situação como essa ou percebe que alguém esteja passando, procure uma ajuda especializada”, finaliza o psicólogo da Hapvida.

Palavras-chave

Hapvida
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