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Fibra prepara profissionais para a inclusão

A instituição tem um ambiente adaptado para todas as pessoas e forma profissionais preparados para lidar com as diferenças

Desde 2016, as pessoas brasileiras com deficiência podem contar Lei de Inclusão, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência. A lei estabelece um conjunto de normas destinadas a assegurar e a promover o exercício dos direitos e liberdades fundamentais dessa população, visando sua inclusão social e cidadania em igualdade de condições.

Assim como em outras áreas, no ambiente do ensino superior é um desafio garantir a plena inclusão das pessoas com deficiência como alunas, assim como preparar os futuros profissionais para lidar com a diversidade. No entanto, é nestes espaços inclusivos que essas pessoas podem desenvolver totalmente seu potencial humano e profissional.

O Centro Universitário Fibra, em Belém, segue diretrizes curriculares alinhadas à Lei Brasileira de Inclusão. Tanto o curso de Pedagogia, quanto as licenciaturas e outras graduações, possuem no programa disciplinas como Educação Inclusiva, Psicopedagogia e Libras (Língua Brasileira de Sinais), importantes para que os alunos possam se comunicar amplamente e entender as particularidades do ser humano em suas áreas de atuação.

“O currículo da graduação dá a eles uma base nesse entendimento e, para quem deseja se aprofundar, a Fibra oferece duas pós-graduações: em Educação Especial com Ênfase na Inclusão, e em Educação Especial com Ênfase no Atendimento Educacional Especializado”, explica Manuela Cavaleiro de Macedo Beltrão, coordenadora do curso de Pedagogia.

Ambiente acolhedor para o aprendizado

Ao longo dos anos, o Centro Universitário tem implantado metodologias inclusivas que dão suporte para que pessoas com deficiência e condições de saúde específicas possam viver o aprendizado de maneira integral. “O aluno não se adapta à instituição. É a instituição que deve ser adaptar às necessidades dos alunos. Cada um é uma pessoa diferente, por isso o nosso acompanhamento é individualizado”, conta a professora Manuela.

Segundo a coordenadora Manuela Beltrão, na universidade inclusiva a pessoa com deficiência pode explorar todo o seu potencial (Arquivo Pessoal)

O prédio da instituição foi pensado para facilitar a mobilidade e a acessibilidade de todos, com elevadores, rampas, banheiros adaptados e letreiros em braile.

Desde o processo de vestibular, os candidatos podem indicar se possuem alguma deficiência e assim receber materiais adaptados e o suporte necessário para as provas. Ao ingressar na graduação, o aluno começa a ser acompanhado pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAP), que vai avaliar todas as medidas necessárias para proporcionar um ambiente inclusivo.

“Seguindo a diretriz do Ministério da Saúde, a Fibra também tem um intérprete de Libras na sala de aula no caso de turmas com alunos surdos. Ao longo do curso e na conclusão, eles também apresentam trabalhos na língua de sinais. Já para os alunos com baixa visão, proporcionamos um material ampliado”, cita a coordenadora.

Manuela Beltrão lembra ainda a conclusão do curso de uma aluna de Letras, que possui o Transtorno do Espectro Autista. “Ela teve todo o nosso acompanhamento durante todo o curso e defendeu o TCC em formato de peça teatral. Foi algo muito bonito de se ver”, conta.

“Temos tido bastante sucesso com esses alunos e as famílias ficam muito satisfeitos com os resultados. O apoio familiar é fundamental para que eles tenham êxito”, finaliza a coordenadora.

Conheça mais sobre os cursos e a proposta inclusiva da Fibra clicando aqui.

 

Fibra
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