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Hobbies podem virar profissões

Ao unir o útil ao agradável é possível garantir geração de renda

Carolina Gantuss | Especial para O Liberal

Trabalhar com o que se gosta é o sonho de muita gente. Mas trabalhar atuando em uma atividade que você pratica por puro prazer e diversão, como um hobby, é estar realizado, de fato, na vida.

E quando esse hobby pode proporcionar uma boa renda extra ou até mesmo se tornar a fonte principal da família, vira uma carreira profissional. Por isso, é importante aproveitar esse talento para que caminhos possam se abrir no mercado de trabalho.

Professor de dança ou de inglês, chefe de cozinha, criador de conteúdo na internet, gamer, artesão, designer, fotógrafo e tantas outras atividades que viraram profissões, são exemplos de ocupações que podem, sim, partir de um hobby.

A criatividade é o ponto de partida para colocar este plano em prática. Mesmo assim, é necessário avaliar todos os cenários antes de deixar uma carreira de lado para se dedicar a outra.

Geralmente, um hobby é uma atividade que, de certa forma, alivia o estresse do dia a dia. Vale destacar que além der ser algo prazeroso, precisa de dedicação e atenção. Assim como qualquer outro trabalho, é preciso responsabilidade, investimento e comprometimento.

As dificuldades serão muitas e os desafios também, o que pode ser desmotivador no início, mas com foco e persistência, será mais fácil alcançar o que se almeja.

Mundo da beleza - Uma das dicas mais importantes para trabalhar com o que se gosta é começar investindo como se fosse um trabalho extra. Por exemplo: tem gente que trabalha na área de administração, mas gosta de maquiagem, cabelo e tudo o que diz respeito à beleza.

Começar a oferecer esses serviços fica mais fácil para mostrar o seu trabalho e assim, atrair clientela, de repente no seu próprio ambiente profissional, ou, até mesmo, na internet em um horário livre.

Tirar um tempo para fazer cursos também auxilia para o sucesso da nova carreira (Freepik)

É o que aconteceu com Renata Barros, que aos 23 anos deixou seu antigo emprego em uma multinacional, para trabalhar diretamente com o que gosta: beleza e estética. “Estava trabalhando com exportação, que era a minha área de formação, para fazer o que eu gosto. 

Minhas bonecas preferidas eram as que tinham cabelo e eu as usava como minhas cobaias simplesmente por hobby”, explica.

A empreendedora conta que durante o tempo que ficou na empresa, fazia cursos de cabelo aos sábados. “As pessoas que trabalhavam comigo, quando souberam disso, me procuravam em horário de almoço ou mesmo fora de expediente para que eu pudesse fazer nelas”, recorda.

Dessa maneira, ela relembra que era possível perceber, aos poucos, se a atividade traria retorno e se realmente conseguiria levar em frente caso fosse preciso largar o emprego. “O que ganhava como extra, acabou igualando o salário do antigo emprego; foi aí que acabei indo atrás do que eu realmente queria. No início não foi fácil, as pessoas não acreditavam em mim, mas fui mesmo assim e hoje estou atuando no meu próprio salão de beleza há 10 anos”, complementa Renata, que é administradora por formação, cursou turismo, e depois concluiu o curso de estética e cosmética.

Em busca do conhecimento

Não é raro que alguém apaixonado por uma atividade específica não seja bom o suficiente para fazê -la dela uma profissão. Esforço e prática andam lado a lado, mesmo que seja um hobby, é preciso investir e continuar buscando conhecimento.

Cursos e aulas de aperfeiçoamento são essenciais para transformar um hobby em carreira, não importando o nível de conhecimento da área.

Renata, por exemplo, pôde usar sua experiência em administração para investir no seu salão com conhecimentos que aprendeu no curso.

Planejar, traçar um plano de negócios, criar estratégias que ajudem a divulgar o trabalho é de extrema importância também.

Os hobbies costumam ser vistos como um relaxamento, no entanto, se a atividade se torna um fardo por conta do contexto de prazos, cobranças e preocupações, o prazer pode virar tédio.

Por isso, a importância de experimentar como um teste para saber se é isso realmente que se quer e se vai valer a pena. A empresária conseguiu; mesmo encontrando as dificuldades de todo início de negócio pelo caminho.

E você, já parou para pensar aí no que gosta de fazer e torná-lo um extra ou a fonte de renda principal da sua vida profissional?

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