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Tire suas dúvidas sobre o hemograma

Saiba quais doenças ele auxilia na detecção e porque você deve fazer o exame

Izabelle Araújo

Desde a infância, as pessoas são submetidas a um exame comum nas análises clínicas, mas muito importante para o acompanhamento da saúde: o hemograma. Esse exame avalia as células que compõem o sangue, que são as hemácias (conhecidas como glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas.

O hemograma ajuda no diagnóstico e acompanhamento da evolução de doenças que causam alterações no sangue, como anemias, infecções bacterianas, virais ou fúngicas, problemas na medula óssea, inflamações e alguns tipos de câncer como a leucemia ou o linfoma. Com ele é possível avaliar o desenvolvimento e a gravidade de todas as patologias que estejam em atividade no organismo naquele momento, como explica a hematologista Ana Maria Almeida Souza, que é hemoterapeuta e assessora científica no Amaral Costa Medicina Diagnóstica.

“O hemograma é uma avaliação qualitativa e quantitativa dos elementos figurados do sangue e revela as alterações que estão acontecendo basicamente em todos os sistemas e órgãos, levando a uma maior ou menor função de resposta da nossa medula óssea àquele estímulo. Portanto, é a fotografia do momento em que a medula está mandando o sangue formado para a corrente sanguínea”, afirma.

Uma das partes do hemograma é o eritrograma, onde são analisadas a quantidade e a qualidade das hemácias, assim como as quantidades recomendadas de hemoglobina no seu interior.

Já a verificação dos leucócitos é feita no leucograma, que auxilia na avaliação da imunidade do indivíduo e como a pessoa consegue reagir a infecções e inflamações, por exemplo. Quando a concentração de leucócitos está alta, é diagnosticada a leucocitose, e o inverso se chama leucopenia.

Através do exame também é possível saber se a capacidade de coagulação do sangue do indivíduo está normal, com a análise da quantidade de plaquetas. O valor de referência deve estar entre 150.000 a 450.000/mm³ de sangue. No caso de plaquetas elevadas, é preciso ficar atento à ocorrência de coágulos e trombos sanguíneos, pois eles representam risco de trombose e embolia pulmonar.

A hematologista Ana Maria Almeida Souza, do Amaral Costa, compara a precisão do hemograma a uma fotografia do momento em que a medula manda o sangue para a circulação (Divulgação/Amaral Costa)

A coleta deste exame pode ser realizada em laboratórios, hospitais e até em domicílio, devido a ser um procedimento bem simples, mas que deve ser feito com cautela por um profissional qualificado.

A recomendação é que seja feito pelo menos uma vez por ano, em qualquer faixa etária. “Entretanto, existem situações em que essa periodicidade vai ser alterada para acompanhamento da evolução de alguma patologia em tratamento, como as anemias (para se observar a resposta do tratamento com medicação endovenosa), após o término de uma série de quimioterapia ou em uma infecção (para acompanhar a resposta ao antibiótico)”, ressalta a médica.

Para a coleta do hemograma não é preciso jejum, porém recomenda-se não fazer atividade física 24 horas antes do exame e ficar 48 horas sem ingerir bebidas alcoólicas, já que essas substâncias podem alterar o resultado.

O Amaral Costa oferece conforto e tranquilidade para a realização dos diversos exames laboratoriais e de imagem, com a garantia da qualidade no resultado. Clique aqui para saber mais sobre os serviços do Amaral Costa Medicina Diagnóstica.

Amaral Costa
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