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CONTEÚDO DE MARCA

Abertura da Pesca: Cametá prepara programação especial para o dia 1° de março

Prática centenária desempenha um papel crucial na preservação da espécie tão apreciada pela população da região

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24 de fevereiro de 2024 às 07:00

Abertura da pesca marca o início de uma temporada de fartura para os pescadores

Abertura da pesca marca o início de uma temporada de fartura para os pescadores ( Foto: Divulgação/Prefeitura de Cametá )

No coração do Pará, a pesca do mapará, em Cametá, é uma tradição que transcende gerações, tornando-se, recentemente, reconhecida como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado. A abertura da pesca, dia 1° de março, marca o início de uma temporada de fartura para os pescadores do município.

Para celebrar esse momento, a Prefeitura Municipal de Cametá incluiu o evento no calendário cultural da cidade, e prepara uma programação especial para a data todos os anos.

A prática centenária não apenas representa uma fonte de subsistência para a comunidade local, mas também desempenha um papel crucial na preservação da espécie tão apreciada pela população da região.

O mapará, peixe de água doce abundante na região, não é somente recurso alimentar, mas uma parte da identidade cultural de Cametá. A pesca desempenha um papel vital na subsistência de comunidades ribeirinhas e no fornecimento de alimentos para milhares de pessoas.

Período de defeso

Período de defesa desempenha um papel crucial na preservação da espécie
Período de defesa desempenha um papel crucial na preservação da espécie (Divulgação/Prefeitura de Cametá)

O reconhecimento oficial como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado destaca a importância dessa prática para a preservação da herança cultural paraense. Essa distinção também coloca em evidência a responsabilidade de preservar não apenas a tradição, mas também o ecossistema como um todo.

Durante o período de defeso, quando a pesca é proibida para permitir a reprodução das espécies, a conscientização sobre a importância da preservação é fundamental para a manutenção de centenas de várias espécies de peixes.

Esse processo, não apenas salvaguarda uma tradição ancestral, mas também contribui para a conservação da rica biodiversidade amazônica e para a sustentabilidade socioeconômica das comunidades ribeirinhas.