O Paysandu segue se preparando para o último jogo em casa na temporada, contra a Ferroviária, sábado, na Curuzu. O elenco treinou nesta semana com a missão de conquistar a primeira vitória no quadrangular da Série C e manter viva a possibilidade de acesso. Mesmo dependendo de uma combinação de resultados, o grupo voltou a acreditar após a rodada anterior. WhatsApp: saiba tudo sobre o Paysandu Um dos jogadores mais experientes do elenco, o lateral-direito Edilson é uma das referências nesse momento de pressão. Com passagens marcantes pelo clube e participação no acesso de 2023, o jogador lembra que o Paysandu já viveu uma situação semelhante e mantém a confiança na reação nesta reta final. “Vestir essa camisa aqui, você não duvida de nada. Já vivi muitas coisas aqui, muitos títulos, inclusive aquele acesso nosso de 2023 também foi num cenário totalmente adverso”, afirmou. A esperança voltou ao elenco depois dos resultados da rodada. O Paysandu precisa vencer os dois jogos restantes e ainda torcer por um empate entre Inter de Limeira e Brusque, na quinta rodada, além de uma vitória da Ferroviária sobre a Inter na rodada final. Nesse cenário, o Papão chegaria a sete pontos e levaria vantagem sobre a equipe paulista no número de vitórias. Edilson reconhece que a situação é complicada, mas afirma que o grupo precisa concentrar esforços apenas no que pode controlar. “Realmente, nos deu aquela chama novamente. (...) Não tem nada perdido. Vamos deixar um pouco o jogo de lá, de Brusque, e vamos focar no nosso aqui para a gente poder vencer”, disse. VEJA MAIS Zagueiro é liberado e reforça o Paysandu em decisão com a Ferroviária Castro esteve fora do último jogo por conta de dores na coxa esquerda 'Salão de festa?' Paysandu coleciona acessos de concorrentes na Curuzu Papão precisa vencer para seguir vivo na briga pelo acesso à Série B; Ferroviária pode conquistar o acesso em Belém Paysandu x Ferroviária: ingressos têm valores a partir de R\$ 20 na Curuzu Papão fará sua última partida do ano ao lado do seu torcedor Outro ponto trabalhado pelo elenco é a eficiência. O Paysandu criou oportunidades nas quatro partidas do quadrangular, mas não conseguiu transformar a produção em resultados. Para Edilson, a resposta precisa vir dentro de campo. “A gente tem que trabalhar, corrigir os nossos erros internamente, trabalhando arduamente. E chegar no jogo e entregar o nosso melhor”, afirmou. A partida de sábado também marca a despedida do Paysandu da Curuzu na temporada. Edilson convocou a torcida a comparecer e ajudar o time na tentativa de manter o sonho do acesso. “Eles nos dão força quando muitas vezes a gente já está sem força. (...) Jogar na Curuzu é algo fantástico, é um privilégio.” Independentemente da combinação de resultados, o lateral espera uma resposta positiva no último compromisso em casa. “É fechar o ano com uma boa impressão, né? Fazer um bom jogo, um bom espetáculo. E, com a graça de Deus, com uma boa vitória para a nossa torcida.”