O diretório do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) do Pará, liderado pelo ex-ministro das Cidades e deputado federal eleito Jader Filho, manifestou publicamente apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de seu vice, Geraldo Alckmin, no segundo turno das eleições de 2026. A decisão alinha o estado paraense a outros nove diretórios do partido nas regiões Norte e Nordeste. A nota de apoio foi divulgada nesta terça-feira (13/10).
Em contraste, a campanha do adversário do petista, Flávio Bolsonaro, recebeu o apoio de dezesseis diretórios estaduais do MDB, além do Distrito Federal.
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O posicionamento de parte do MDB no Norte e Nordeste foi embasado em uma nota pública. Nela, o partido destaca o "compromisso com o desenvolvimento econômico, a geração de emprego e renda, a redução das desigualdades e a promoção da justiça social".
O documento defende "um Brasil que avance com oportunidades para todos, crescimento sustentável e diálogo político". Além do Pará, os diretórios do MDB que apoiaram a chapa Lula e Alckmin incluem Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Paraíba e Rondônia.
Já a campanha de Jair Bolsonaro contou com a adesão de diretórios do MDB em dezesseis estados e no Distrito Federal. Entre eles estão: São Paulo. Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Distrito Federal, Goiás, Amapá, Acre, Tocantins, Roraima, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul.
O MDB de Sergipe, por sua vez, optou por liberar seus filiados para votarem no candidato de sua preferência, sem manifestar apoio oficial.
Lideranças do MDB paraense reforçam apoio
No Pará, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem o apoio de importantes figuras do MDB. Entre eles, destacam-se o ex-governador e senador eleito Helder Barbalho e o deputado federal eleito Jader Filho, que também atuou como ministro do atual governo e preside o diretório estadual emedebista.
Em suas redes sociais, Jader Filho tem divulgado ações da gestão petista, evidenciando programas como o Minha Casa, Minha Vida e o Prospera MEI, que garantiu o perdão de dívidas tributárias com a União, o aumento gradual do teto do MEI para R$ 140 mil, um novo Desenrola para devedores de bancos e um PIX de R$ 5 mil para investimentos em negócios próprios. "Foi Lula quem criou o MEI. E agora é Lula, mais uma vez, mostrando que sabe de que lado está: do lado de quem trabalha e quer crescer", escreveu o ex-ministro.

