Exatamente às 17h (de Brasília), os portões dos locais de votação foram fechados em todo o Brasil. Em Belém, o Colégio Estadual Visconde de Souza Franco ainda registrava um número significativo de eleitores aguardando para votar. Em uma das salas, cerca de 10 pessoas esperavam para serem chamadas e registrar o voto na urna eletrônica.
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O padeiro Nadir Ricardozzo explicou que o trabalho atrasou sua chegada ao local de votação. “Foi o trabalho que deu uma atrapalhada. Eu nem vinha votar, mas foi o jeito que eu tive de vir fazer essa presença aí. Não, estava tranquilo. Não tinha muita gente, estava normal e foi rápido. Só tivemos que esperar um pouco porque fomos os últimos. A gente teve que aguardar um pouco esse momento”, relatou.
O padeiro Nadir Ricardozzo explicou que o trabalho atrasou sua chegada ao local de votação. “Foi o trabalho que deu uma atrapalhada. Eu nem vinha votar, mas foi o jeito que eu tive de vir fazer essa presença aí.” Segundo ele, apesar de ter sido um dos últimos a votar, o procedimento foi rápido.
Já a dona de casa Vera Lúcia não encontrou filas ou problemas com a biometria. “Fui chegando e votando. Sem dificuldade na minha seção. Sem problema com a biometria. Foi tudo normal. Não teve fila.”
A estudante Ana Paula, que precisou utilizar o voto em trânsito, também relatou tranquilidade. “Foi bem tranquilo. Precisei fazer o voto em trânsito e foi super de ‘boa’. A biometria funcionou perfeitamente. Demorou uns 20 minutos, mas nada problemático.”
