A Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou nesta segunda-feira, 12, em relatório que não foi disseminada nenhuma informação falsa no canal de WhatsApp "Exército de Lula". No entanto, o documento alerta para alguns riscos que o grupo representa para o processo eleitoral.
O general Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, Comandante do Exército Brasileiro, em cerimônia em homenagem ao dia do Exército, no Quartel-General, em Brasilia Generais esperam moderação de Flávio em vez da vingança da 'turma de Miami' contra os 'melancias'.
O relatório foi solicitado por Nunes Marques nesta segunda-feira e leva a assinatura do chefe do setor técnico, Frederico Alvim. O documento servirá para subsidiar novas decisões do tribunal sobre o caso. No domingo, 11, o presidente atendeu a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e derrubou o canal. Horas mais tarde, o ministro Ricardo Villas Boas Cueva reverteu a decisão. Há expectativa que o caso seja julgado em plenário, mas não há previsão de quando isso pode acontecer.
Segundo a campanha de Flávio, havia disseminação de fake news no grupo. sem especificar quais. A área técnica do tribunal não encontrou conteúdos falsos no canal. "No período examinado (2 a 11 de outubro de 2026), não foram localizadas publicações que reproduzam essas afirmações", diz o relatório.
O documento diz, ainda, que "foi localizada publicação de 8 de outubro, à 1h10, na qual o canal afirma que não divulgará "uma única fake news até o final da campanha". O canal tem mais de 3 milhões de inscritos e é coordenado pelo deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG).

