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Brasil foi o país com menor impacto com ataques dos EUA ao oriente médio, diz ministro Silveira

Silveira destaca que o país busca estratégias para lidar com os enfrentamentos que afetam o mercado energético global.

Estadão Conteúdo

14 de julho de 2026 às 13:04

Modificado em 14 de julho de 2026 às 13:04

Esta imagem, capturada da televisão estatal iraniana e transmitida em 28 de fevereiro de 2026, mostra o que, segundo a emissora, foi alvo de ataques mortais dos EUA e de Israel contra uma escola primária feminina em Minab, na província de Hormozgan, no sul do Irã, perto da rota marítima estratégica do Estreito de Ormuz.
Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã em 28 de fevereiro, gerando temores de uma guerra regional, com relatos de explosões em todo o Oriente Médio, enquanto a república islâmica retaliou com uma saraivada de mísseis

Esta imagem, capturada da televisão estatal iraniana e transmitida em 28 de fevereiro de 2026, mostra o que, segundo a emissora, foi alvo de ataques mortais dos EUA e de Israel contra uma escola primária feminina em Minab, na província de Hormozgan, no sul do Irã, perto da rota marítima estratégica do Estreito de Ormuz. Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã em 28 de fevereiro, gerando temores de uma guerra regional, com relatos de explosões em todo o Oriente Médio, enquanto a república islâmica retaliou com uma saraivada de mísseis ( Foto: ALEX MITA / IRIB TV / AFP )

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta terça-feira, 14, que o Brasil foi o país que registrou menor impacto diante da "guerra irresponsável" dos Estados Unidos com o Irã. Ele também reforçou que há discussão diária no governo sobre medidas para atenuar os efeitos negativos do conflito no setor de combustíveis, tendo em vista a oscilação na cotação do petróleo.

Silveira evitou comentar sobre a possibilidade de novas subvenções ou a retirada de benefícios previamente anunciados para conter os efeitos na gasolina e no diesel. "Depende dessas oscilações que são diárias. Tínhamos nos alegrado muito com o anúncio do fim da guerra, mas, infelizmente, nós voltamos às loucuras, aos enfrentamentos, que nada contribuem com o mundo que nós todos queremos criar, que é um mundo em paz", declarou.