O Brasil deve voltar à oitava posição entre as maiores economias do mundo em 2027, ultrapassando a Itália e a Rússia, segundo projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgada nesta semana no documento Perspectivas da Economia Mundial.
A estimativa é que o Produto Interno Bruto (PIB), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, alcance US$ 2,80 trilhões (R$ 14,65 trilhões) no próximo ano. Em 2026, o Brasil deve encerrar o ano na décima posição, com PIB estimado em US$ 2,655 trilhões.
Para 2027, os Estados Unidos devem permanecer na liderança do ranking, com US$ 34,44 trilhões, seguidos pela China, com US$ 22,94 trilhões. Na sequência, aparecem Alemanha (US$ 5,66 trilhões), Índia (US$ 4,52 trilhões), Reino Unido (US$ 4,49 trilhões), Japão (US$ 4,47 trilhões) e França (US$ 3,65 trilhões). O Brasil ocupa a oitava posição, à frente da Itália, com US$ 2,77 trilhões, e da Rússia, com US$ 2,68 trilhões.
A última vez que o Brasil ocupou o oitavo lugar no ranking foi em 2017. De acordo com as projeções do FMI, o país deve permanecer nessa posição até 2031, último ano contemplado no estudo. A melhor colocação brasileira foi o sétimo lugar, alcançado em 1995 e no período de 2010 a 2014.

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