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Dia Mundial do Chocolate: alimento faz bem para a saúde

Chocolate amargo contribui para a saúde cerebral e melhora o fluxo sanguíneo

Ana Paula Gama

Além de ser irresistível, o chocolate é rico em nutrientes que fazem muito bem para a saúde. O tipo amargo tem alto teor de cacau e reduz os riscos de acidente vascular cerebral, melhora o fluxo sanguíneo e diminui o colesterol. Além disso, o chocolate tem propriedades antioxidantes, que ajudam a acelerar o metabolismo e diminuem a resistência à insulina.

De acordo com a nutricionista Lorena Mendes, se consumido de maneira moderada, o chocolate com alto teor de cacau também ajuda na redução do estresse, ansiedade e depressão por conter triptofano, zinco e magnésio, que são aliados na síntese de serotonina, o hormônio do bem-estar.

A profissional revela ainda que um estudo realizado no departamento de Ciências Médicas Básicas, Neurociências e Órgãos Sensoriais, da Universidade de Bari, na Itália, comprova que o chocolate também atua na melhora das manifestações clínicas de doenças cardiovasculares, metabólicas e neurológicas.

“Onde também ficou claro que os polifenóis presentes no chocolate e cacau exercem efeitos antioxidantes, aumentando assim as funções neurológicas, evitando danos dependentes da idade. Para que se tenha esses benefícios do chocolate, recomenda-se uma ingestão de 30g a 50g de chocolate, sem excessos”, explica Lorena Mendes.

Os flavanoides presentes no chocolate amargo são compostos fenólicos com ação antioxidante, capazes de ajudar a neutralizar os radicais livres, que quando não são neutralizados, provocam o envelhecimento precoce, doenças cardiovasculares e outros problemas crônicos. “O chocolate também passou a ser um grande aliado para as mulheres no período pré-menstrual, pois por ser rico em triptofano, ajuda a aliviar os sintomas desta fase”, comenta Lorena.

A nutricionista Lorena Mendes destaca benefícios do chocolate, mas recomenda consumo moderado (Arquivo Pessoal)

Estilo de vida saudável

Para quem opta por realizar dietas, mas não abre mão do chocolate, as opções 60% e 70% cacau são as melhores, conforme explica a nutricionista. “Eles são bem melhores que chocolates diet, por exemplo, pois na composição desses chocolates tem uma grande concentração de gordura, se compararmos com os demais”, revela.

Já o chocolate branco não é indicado para o consumo, pois ele não possui massa do cacau na sua composição, além de ser produzido a partir da manteiga do cacau e açúcar. Desta maneira, ele passa a ser mais calórico que os demais chocolates e também não oferece benefícios para a saúde.

No caso do chocolate ao leite, há pouca quantidade de cacau e grande concentração de açúcar no seu preparo, o que também o torna muito calórico. “Esses chocolates em excesso podem ocasionar doenças, como aumento de colesterol, glicemia, doenças cardiovasculares, aumento de acne e obesidade. Em excesso, tudo pode nos trazer problemas, até o nosso queridinho meio amargo também pode ocasionar doenças. Portanto, é importante consumir com moderação para usufruir de seus benefícios”, orienta Lorena Mendes.

Mesmo valorizando estilo de vida saudável, Larissa Leão não abre mão do chocolate na sua dieta (Arquivo Pessoal)

A nutricionista comenta que o chocolate é o queridinho das pessoas por trazer a sensação de bem-estar e bom humor. Fora a diversidade de sabores encontrados no mercado. Para a modelo e pedagoga, Larissa Leão Silva, o chocolate funciona como uma válvula de escape no período de Tensão Pré-Menstrual (TPM).

Ela comenta que o doce é o seu melhor amigo e faz parte da sua dieta. “Na minha dieta a nutricionista sempre inclui a quantidade indicada para o meu plano alimentar, que é de 30 gramas. Optamos sempre pelos chocolates 70% cacau, pois são os mais saudáveis”, revela.

Dia Mundial do Chocolate
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