A assessoria do cantor Lenny Kravitz negou que o artista estivesse entre as nove vítimas da queda de um jato na Flórida, nos Estados Unidos, no último domingo (1º). Os rumores começaram após uma publicação de uma piloto que afirmou estar animada para levar o músico em uma viagem de Austin, no Texas, para as Bahamas, na mesma data do acidente.
Em declaração à revista Variety, a representante do cantor, Carleen Donovan, classificou as informações sobre a suposta presença de Lenny Kravitz na aeronave como “falsas e incorretas”.
A publicação que deu origem às especulações foi feita pela piloto Emily Shelton em seu perfil na rede social X. No sábado (31), ela escreveu que teria a honra de transportar o artista no dia seguinte. “É uma honra voar com o único e inigualável Lenny Kravitz de Austin para as Bahamas amanhã. Mal posso esperar para tê-lo a bordo!”, publicou, acrescentando que a música It Ain't Over 'Til It's Over tocaria na cabine.
Após a queda de um jato particular do modelo Learjet 60, internautas passaram a associar a viagem anunciada por Shelton ao acidente, já que os dois voos ocorreriam no mesmo dia e teriam o mesmo destino.
A piloto também se manifestou no TikTok para desmentir os rumores de que estaria no comando da aeronave acidentada. Ela esclareceu que não era a responsável pelo voo e pediu que as pessoas evitassem especulações e a disseminação de informações falsas, em respeito às vítimas e aos familiares.
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Segundo a CNN Brasil, a piloto do jato que caiu era Nathália Gadelha, identificada como copiloto pelas informações divulgadas sobre o acidente.
Queda de jato na Flórida
O Learjet 60 fazia um voo particular de Austin, no Texas, com destino às Bahamas, no domingo (1º), quando caiu no condado de Palm Beach, na Flórida. O impacto contra o solo abriu uma cratera em uma estrada da região.
As autoridades norte-americanas confirmaram a morte das nove pessoas que estavam a bordo. Até a publicação das informações, os nomes das vítimas ainda não haviam sido divulgados oficialmente, com exceção do da copiloto Nathália Gadelha.
O acidente foi apontado como o segundo mais mortal da aviação nos Estados Unidos neste ano, atrás de um acidente de paraquedismo ocorrido em junho, no Missouri, que deixou 12 mortos.
