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Milagre da vida pulsa no coração de duas mães

GRATIDÃO – Elas enfrentaram dificuldades para engravidar e atribuem à Virgem Nazaré o fato de terem finalmente conseguido

Valéria Barros

Ser mãe. Carregar o dom da criação ou da escolha, quando a adoção é uma opção possível. De um modo ou de outro, ser mãe é entrega. Amor e fé mudaram as vidas da dentista Luana Pontes Maroja Bragança, 35 anos, e da comerciária Alessandra Ranieri Bastos, 43 anos.

Grávida pela primeira vez, Luana conta que durante a primeira ultrassonografia recebeu o impacto da notícia: gravidez anembrionária. É quando o óvulo fertilizado se implanta no útero da mulher, mas não desenvolve um embrião. O saco gestacional vazio é uma das principais causas de aborto espontâneo durante o primeiro trimestre.

“Saímos do consultório arrasados. Já tínhamos até a indicação médica de onde fazer a curetagem”.

Ela conta que conversou com o marido naquele dia e decidiram esperar mais uma semana, antes de fazer o procedimento.

“Nossas famílias são muito devotas de Nossa Senhora, mas confesso que estava afastada da minha Santinha querida. Nesse dia nós começamos a orar por nosso filho, pedindo a Deus que, por intercessão de Maria, revertesse aquela situação e salvasse nosso bebê. Foi um momento de reconexão com a Virgem Santa”.

Passada uma semana de orações, eles repetiram o exame. “Na ultrassom meu bebê estava vivo e ouvimos até as batidas do seu coração. Sentíamos uma alegria e uma gratidão que eu nem sei descrever. Fomos direto pra Basílica agradecer pelo milagre. Minha filha, Fernanda, nasceu dia 16 de setembro de 2020. Ela apresentou desconforto respiratório e passou 4 dias na UTI, mas ficou bem e já está em casa conosco. Na festa do primeiro mês já escolhemos o tema: Nossa Senhora de Nazaré”, planeja a mãe de Fernanda.

SURPRESA

A comerciante Alessandra Ranieri Bastos, 43 anos, se lembra bem: “Era uma noite de trasladação, e minha filha saía de casa com o pai para a procissão quando eu fiz o pedido”, diz ela.

Alessandra havia perdido espontaneamente vários bebês e os médicos não chegavam a um diagnóstico.

“Pedi a minha filha Isabela, com 12 na época, que não rezasse mais para eu engravidar, pois já tinha sofrido demais. Foi como pedir o contrário”, ri Alessandra.

Alguns dias depois, vai visitar a irmã no Acre e comenta com o marido a sensação de gravidez. Ele sugeriu descanso e diversão.

“Minha irmã Cris é biomédica e me levou para fazer o exame de sangue. Liguei pra contar ao meu esposo e filha, foi quando Isabela admitiu que tinha pedido à Virgem uma irmã. E tudo se realizou desse jeitinho. Hoje Isadora tem seis anos. É uma criança feliz e saudável, fruto da fé e da devoção de toda a minha família, que, após esse milagre, se consagrou a Nossa Senhora de Nazaré”, revela a mãe, feliz.

Círio
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