Confira como foi a visita da imagem peregrina ao Mercado do Ver-o-Peso

Os feirantes do mercado receberam a imagem de Nossa Senhora de Nazaré na manhã desta quinta-feira, 10.

Dilson Pimentel

Logo cedo, a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré visitou o Complexo do Ver-o-Peso, na manhã desta quinta-feira (10).
Às 6h12, a imagem chegou à  praça do Relógio. Depois, percorreu a feira do Açaí, a movimentada Pedra do Peixe, Mercado do Peixe, a feira, Mercado de Carne e, em seguida, outros setores do complexo, até chegar ao local onde foi celebrada uma missa, no setor de refeições e próximo à venda de maniva.
A missa foi presidida pelo padre Nilton César Reis, da Paróquia Cristo Peregrino, membro do conselho Arquidiocesano de Pastoral e membro do conselho Curador da Fundação Nazaré, além de coordenador da Pascom (Pastoral de Comunicação).
Durante o percurso, as pessoas tocavam na imagem e faziam fotos e vídeos.

O padre Nilton César classificou a visita da imagem ao Complexo do Ver-o-Peso como "o momento mais democrático da fé cristã. Maria é de todos", afirmou.
Presidente do Sindicato dos Peixeiros, Fernando Souza conduziu a imagem durante alguns metros, honraria que dividiu com outros trabalhadores. "É uma emoção indescritível. Momento único. A mãe do meu Senhor vem nos visitar em nosso local de trabalho. E ter a honra de segurá-la", afirmou.
Joana Passos Martins, 69 anos, foi comprar jambu e aproveitou pra assistir a missa. "Se não fosse nosso pai grande, e ela é a mãe, não existiríamos. Não existiria essa multidão de povo", disse. Ela vai acompanhar a Trasladação e o Círio. "Nessas horas, não tem dificuldade ", afirmou.
O feirante Enedino Ferreira Ribeiro, 73 anos, também assistiu à celebração religiosa. "Pra mim, Nossa Senhora é tudo", disse. Também citou o amor pelo Ver-o-Peso, no qual trabalha há mais de 50 anos. "Tenho dois filhos formados aqui do  Ver-o-Peso", afirmou. Ou seja, com seu trabalho colocou dois filhos na faculdade. Ele chorou ao pronunciar essas palavras. O feirante é conhecido como "Caneta". O apelido surgiu há muitos anos. É que ele, bem mais novo, tinha o hábito de colocar a caneta na orelha. A caneta era usada para fazer cálculos. Ele tem um box onde vende refeições.

A visita contou com a organização da Arquidiocese de Belém, Movimento de Cursilhos da Cristandade, Instituto Ver-o-Peso, Trabalhadores do Complexo Ver-o-Peso e Diretoria da Festa de Nazaré.

Assista:

 

Círio
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