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Romaria Fluvial se aproxima da escadinha da Estação das Docas

Procissão das águas cumpre o terceiro maior trajeto do Círio

Redação integrada de O Liberal

A Romaria Fluvial acaba de partir do porto de Icoaraci, às 9h05, após a Romaria Rodoviária, realizada na manhã deste sábado (12). A homenagem pelas águas chega à sua 33ª edição.

Apesar de ser uma das procissões oficiais que mais cresceu, o Círio Fluvial teve uma redução do número de embarcações inscritas. No ano passado, mais de 350 foram cadastradas. Neste ano, foram 307, e muitas tinham pendências a serem corrigidas até ontem (11).

Círio Fluvial

Inicialmente a previsão era de 400 a 500 embarcações, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Estado do Pará (Dieese-PA). Os ingressos nos barcos variam de R$ 200 a R$ 400. Mas podem ser mais caros, dependendo do luxo do veículo e viagem.

Divulgação / Diretoria da Festa de Nazaré 

 

A Romaria Fluvial (ou Círio Fluvial) é a terceira procissão e tem o terceiro maior trajeto entre as 12 romarias oficiais da Quadra Nazarena. O percurso é de é de 18 quilômetros (10 milhas náuticas), pela baía do Guajará. 

Participação de ribeirinhos e pequenas embarcações é grande (Igor Mota)

Após partir do trapiche de Icoaraci, onde a imagem da Virgem de Nazaré é embarcada, após a Romaria Rodoviária, na manhã deste sábado (12), ela segue até a praça Pedro Teixeira, a "Escadinha" da Estação das Docas.  A imagem será recebida com honras de chefe de estado. Essa tradição ocorre desde 1999, quando a santa foi reconhecida como Padroeira do Estado do Pará.

História pelas águas 


Em 2018, 450 embarcações participaram da Romaria Fluvial. A primeira Romaria Fluvial foi em 1986. Foi criada pela Companhia Paraense de Turismo (Paratur). A ideia era aproximar o Círio das populações ribeirinhas da baía do Guajará. Na estreia, 30 embarcações participaram.

Em 1987, aponta o Dieese, havia de 130 a 150 embarcações participantes. A partir daí, a Marinha do Brasil precisou ordenar o andamento do evento.

O guardião da imagem na romaria


Quem leva a berlinda no trajeto pelas águas é o Garnier Sampaio (H-37), um navio-hidroceanográfico da Marinha do Brasil. O Garnier Sampaio é um  navio-balizador e foi adquirido pelo Brasil em 1995, da Marinha Real Britânica. Antes ele se chamava "HMS Helmsdale". 

O navio-hidroceanográfico Garnier Sampaio foi adquirido para que a Marinha do Brasil possuísse um navio balizador para atuação em alto mar na costa norte brasileira. A manutenção de sinais flutuantes de grande porte está entre suas missões, além de levantamentos hidrográficos, oceanográficos e meteorológicos em toda a região da bacia amazônica.

O NHo Garnier Sampaio lidera a romaria fluvial do Círio de Nossa Senhora de Nazaré desde em 2005.

Milhares acompanham a romaria às margens do trajeto (Igor Mota)

Segurança faz alerta para uso de fogos 


Esse ano a Capitania dos Portos, a Marinha do Brasil e os Bombeiros reforçaram as orientações de segurança durante o trajeto. O foco foi voltado tanto aos passageiros quanto aos condutores de enbarcações. Uma das recomendações expressas está relacionada às homenagens com fogos de artifício, que estão proibidos. Na romaria do ano passado um incidente com incêndio e abalroamento envolvendo embarcações foi registrado. Veja as orientações dadas pelas autoridades:

 

Palavras-chave

Círio
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