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ACIDENTE

VÍDEO: Queda de helicóptero deixa quatro mortos no Rio de Janeiro

Três turistas colombianas e o piloto da aeronave morreram carbonizados após a queda na região da Vista Chinesa, ocorrida na manhã deste sábado (8)

Hannah Franco

8 de agosto de 2026 às 15:02

( Foto: Reprodução/Redes sociais )

Quatro pessoas morreram após um helicóptero cair na manhã deste sábado (8), na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, na Zona Sul do Rio de Janeiro. As vítimas são o piloto da aeronave e três turistas colombianas, que pertenciam à mesma família. Não houve sobreviventes.

O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro foi acionado às 11h11 para atender à ocorrência. Os destroços do helicóptero, um Robinson R44 de prefixo PP-MFS, foram localizados por equipes do Grupamento de Operações Aéreas.

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A aeronave caiu em uma região de mata íngreme e de difícil acesso. Segundo o Corpo de Bombeiros, as equipes precisaram avançar pelo terreno para chegar ao local da queda e realizar o atendimento à ocorrência.

Quem são as vítimas da queda do helicóptero

As quatro pessoas que estavam no helicóptero morreram carbonizadas. As vítimas foram identificadas como:

  • Alessandro Rocha, piloto da aeronave;
  • Rocio Cubillos, turista colombiana;
  • Sofia Murillo, turista colombiana;
  • Wendy Manrique, turista colombiana.

A identificação das vítimas foi realizada no local, e os procedimentos de perícia ficam sob responsabilidade da Polícia Civil.

Queda provocou incêndio na área de mata

Após a queda, o helicóptero explodiu na encosta e as chamas se espalharam pela vegetação. Militares especializados no combate a incêndios florestais foram mobilizados e conseguiram controlar os focos de fogo.

O local foi isolado para preservar a área e permitir o trabalho dos peritos. A região apresenta terreno acidentado, com áreas de precipício, o que dificultou o acesso das equipes de emergência.

Segundo o tenente-coronel Fábio Contreiras, porta-voz do Corpo de Bombeiros, a principal dificuldade enfrentada pelos militares foi justamente chegar ao ponto da queda e deixar a área com segurança.

“A maior dificuldade das equipes no momento é o acesso, tanto para entrar no local quanto para sair. A aeronave caiu em uma região de mata muito íngreme, com áreas de precipício, onde só é possível trabalhar com técnicas de corda e equipamentos de segurança”, explicou.