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POLÍCIA

Suspeitos são apreendidos por morte de engenheiro em ato pró-Lula

Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, foi agredido e roubado após se afastar de manifestação; polícia investiga o caso como latrocínio

Hannah Franco

27 de outubro de 2026 às 21:00

( Foto: Reprodução/Redes sociais )

Dois adolescentes foram apreendidos nesta terça-feira (27) suspeitos de participar do grupo que agrediu e roubou o engenheiro ambiental e mestrando Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, em Santos, no litoral de São Paulo. A vítima morreu na segunda-feira (26), após ser espancada durante ato pró-Lula, na madrugada do último sábado (24).

Segundo informações da TV Tribuna, afiliada da Globo, um dos adolescentes tem 17 anos, é lutador de boxe e é suspeito de ter dado um soco que fez Marcelo cair no chão. O outro, de 14 anos, se apresentou no 3º Distrito Policial (DP), onde foi ouvido e apreendido.

A Polícia Civil identificou outros cinco suspeitos de participação no crime, sendo três adolescentes e dois adultos.

Mandados de prisão e de internação provisória foram expedidos. As investigações continuam para localizar os demais envolvidos.

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Morte de engenheiro espancado em ato pró-Lula: o que falta esclarecer sobre o crime Ele havia participado de um ato político em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O caso é investigado como latrocínio.

Engenheiro morre após ser espancado em ato pró-Lula Após a agressão, Marcelo foi internado em estado grave e permaneceu em coma induzido

Entenda o caso

Marcelo participava de uma apresentação da Banda Esquerdantina, durante um ato em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Santos. Ele se afastou do evento para ir ao banheiro quando foi abordado por um grupo de suspeitos.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que a vítima é cercada e agredida com socos e chutes. A ação foi transmitida ao vivo e gravada pelos próprios envolvidos. Durante a abordagem, os suspeitos exigiram o celular de Marcelo e levaram outros pertences.

O engenheiro foi socorrido e levado à Santa Casa, onde permaneceu internado em coma induzido. A morte foi confirmada na segunda-feira (26).

A Polícia Civil investiga o caso como latrocínio, que é o roubo seguido de morte, já que o celular e outros objetos da vítima foram levados.

Também há suspeita de que as agressões tenham sido motivadas por homofobia.