Desde a última semana de setembro, todos que desembarcam no aeroporto de Helsinque, na Finlândia, passam por um teste bem diferente para detectar possíveis sinais de infecção da Covid-19. Uma equipe de cães foi treinada para farejar os passageiros. Aqueles os quais os peludos indicam resultado positivo são encaminhados para um posto específico dentro do aeroporto. E como funciona? O teste é realizado com um lenço passado na pele do viajante, colocado em uma espécie de copo e dado para o cachorro cheirar. Se o bicho detectar sinais da Covid-19, fará um sinal. Pessoas alérgicas ou que tenham medo de cães não precisam se preocupar. Os passageiros não terão contato direto com os animais. Cada turno é composto por quatro cães. Enquanto dois trabalham, os outros dois estão de folga (Antti Aimo-Koivisto/Lehtikuva/AFP) Agora, por que usar cachorros para desempenhar essa missão? Um estudo francês recente descobriu que cães treinados para cheirar a diferença entre o suor de pessoas saudáveis e de infectadas tinham 95% de certeza nos diagnósticos. Além disso, o trabalho realizado por eles é mais rápido, preciso e barato do que os atuais testes para Covid. Estudos revelam que os cães oferecem 95% de precisão ao detectar pessoas infectadas (Antti Aimo-Koivisto/Lehtikuva/AFP) Atualmente, dez catioros desempenham a tarefa. Todos com experiência anterior em detecção de odores. Cada turno é composto por quatro cães. Enquanto dois trabalham, outros dois estão de folga. O serviço é voltado principalmente para quem chega de fora do país e o programa-piloto está previsto para durar quatro meses.