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Jovens preservam hábito de leitura do jornal Amazônia por gerações

Paraenses têm a idade do jornal Amazônia e falam da tradição de leitura que foi passada pelos avós

Fabyo Cruz

Ao pensar no jornal Amazônia, a primeira lembrança que surge à mente da universitária Aryana Farias, 22 anos, é a da sua avó Ana Sodré, 71 anos. A jovem brinca ao dizer que desde quando se entendeu por gente sempre viu uma edição do periódico em sua casa todos os dias a pedido da progenitora. Mas um fato abrilhanta ainda mais a relação dela com o jornal. No dia 10 de abril deste ano, o impresso mais popular dos paraenses completou 22 anos de existência, a mesma idade de Aryana, que fez aniversário no último sábado (23).

“Sempre leio o Amazônia, inclusive ele é o único jornal que minha avó acompanha”, diz a estudante que reside com a família no bairro Maguari, em Ananindeua.

Aryana conta ainda que comprar um exemplar da publicação do Grupo Liberal é uma exigência de Ana Sodré. “O jornal Amazônia sempre foi o preferido pela minha avó, então desde a infância tive contato com ele. Cresci ouvindo, e ouço até hoje, o pedido dela, sempre que alguém sai de casa pela manhã: ‘traz o jornal pra mim’. E todos sabem que se trata do Amazônia”.

Quando folheia as páginas do Amazônia, a leitora afirma que geralmente suas atenções são voltadas para conteúdos de entretenimento que o jornal oferece, tais como dicas de cinema, shows, apresentações e oficinas. Entretanto, ela afirma que não se limita ao formato impresso para ler as notícias do dia. Aryana também é seguidora das redes sociais do periódico e, por meio do Instagram (@amazoniajornal), confere as informações publicadas na internet. “Especialmente agora que estou sempre na faculdade ou estágio, minha principal fonte para acesso às matérias do jornal é o Instagram”, comenta.  

Linguagem clara é o diferencial

A linguagem clara e direta é o que difere o Amazônia dos outros jornais, na opinião de Aryana. “Acho que é isso o que mais me agrada no jornal. A acessibilidade que ele oferece para que todos estejam por dentro de assuntos importantes e fiquem bem informados”, opinou a leitora.

A característica citada por Aryana agrada também outros leitores jovens, como é o caso da acadêmica Naelle Pantoja, 21 anos, moradora do bairro do Guamá, em Belém. Ela completará 22 anos em dezembro deste ano, e igualmente possui uma relação de afeto com o periódico. 

Naelle Pantoja (Foto: Igor Mota - O Liberal)

"Meu primeiro contato com o jornal Amazônia surgiu com meu avô, consequentemente, minha mãe, e até hoje minha família toda tem acesso. Cada um procura por um segmento diferente, alguns gostam da parte dos esportes, outros das matérias policiais, receitas e etc. Quando abro o Amazônia, o que mais gosto de saber é sobre a agenda cultural local. Tenho muito interesse em ficar informada sobre tudo o que acontece pela cidade”, diz Naelle. Para ela, o jornal impresso é uma tradição, assim como o rádio, que possui suma importância à sociedade.

A jovem leitora afirma que a linguagem apresentada nos conteúdos do Amazônia, tanto no impresso quanto na web, contribui para democratizar a informação: “Enxergo a proposta de uma linguagem menos rebuscada em jornal impresso como algo totalmente maravilhoso. Assim, a informação consegue atingir todos os leitores, deixando de lado aquele mito da desinformação nas áreas populares, além de permitir a participação de todos os públicos, agora, com sua inserção na internet. Isso faz com que a interação com o leitor possa aumentar ainda mais”. 

Amazônia
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