CONTINUE EM OLIBERAL.COM
X
logo jornal amazonia

Celebrando 26 anos, Jornal AMAZÔNIA mantém força nas bancas e segue entre os mais vendidos

Mesmo com o avanço do digital, donos de bancas de jornais destacam vendas constantes e apontam leitura rápida como diferencial

Gabriel Pires

“O AMAZÔNIA continua bombando”, afirma a jornaleira Mariceli Silva, de 56 anos, professora e proprietária da Banca Santo Antônio, no bairro da Batista Campos, em Belém. Ela destaca o impacto e a relevância que o jornal mantém após quase três décadas de circulação. Nas bancas de jornais, tradicionais pontos de encontro entre a notícia e o leitor, o Jornal AMAZÔNIA constrói, há 26 anos, uma trajetória de informação e proximidade com os paraenses, consolidando-se como uma das principais referências jornalísticas do Pará.

Mariceli Silva, que administra a banca junto do esposo, o bancário Edmilson Beltrão, conta que trabalha com bancas de jornal há cerca de 30 anos e que sua trajetória se confunde com a história do AMAZÔNIA, já que vende o jornal desde o primeiro dia de circulação. Segundo ela, o AMAZÔNIA se destaca pela praticidade e pelo formato acessível, características que atraem diferentes perfis de leitores. Mariceli explica que o jornal é compacto, resumido e fácil de ler, o que facilita o consumo rápido de informações, especialmente por quem tem pouco tempo no dia a dia.

Mesmo com a expansão do jornalismo digital, Mariceli conta que o jornal impresso ainda atrai muitas pessoas e que o jornal AMAZÔNIA sempre é um dos primeiros que acaba, reforçando o sucesso de vendas.  “As pessoas compram porque querem algo rápido, para pelo menos ficar por dentro do que acontece em Belém. O pessoal ainda procura bastante. Aqui na minha banca, graças a Deus, tenho meus clientes certos e sigo muito bem. Não tenho do que reclamar. A internet está aí, mas eu continuo lutando para manter meus livros, minhas revistas e a leitura”, conta.

“Os temas são bem relevantes. O jornal fala muito de Belém. O esporte tem bastante destaque, principalmente Remo e Paysandu, e isso chama a atenção de muitos leitores. O jornal traz resumos, tabelas dos campeonatos e informações do futebol em geral. Além disso, fala um pouco de tudo: aborda as reformas que estão acontecendo na cidade, o trabalho da prefeitura, como a revitalização das feiras. Ele mostra o que está acontecendo por aqui”, acrescenta.

image Na Banca Santo Antônio, Mariceli e Edmilson, responsáveis pelo local (Foto: Thiago Gomes | Amazônia)

Jornal impresso ainda segue em alta

Segundo ela, o AMAZÔNIA já teve um formato maior, semelhante ao de outros jornais, mas depois passou para um modelo mais compacto, mudança que considera positiva por tornar o jornal mais prático de transportar e mais rápido de ler. “Eu achei essa mudança uma ideia genial, porque dá para levar na bolsa e é rápido de ler. Hoje, as pessoas ainda procuram o jornal principalmente nos fins de semana. A gente vende bastante. Tem o pessoal da igreja que compra depois da missa, o público da praça e muitos idosos que não abrem mão de comprar e ler o jornal impresso”, comenta.

Primeiro a esgotar

Na “Banca do Cid”, localizada na travessa Humaitá com a avenida Rômulo Maiorana, o jornaleiro Sebastião Cid de Souza, 69, conta que vende o AMAZÔNIA desde o primeiro dia de circulação e afirma que o jornal costuma ser o primeiro a esgotar nas vendas. Segundo ele, a procura está ligada ao conteúdo direto e de fácil leitura. diz que, pessoalmente, prefere a editoria de esportes, mas observa que muitos leitores buscam principalmente as páginas policiais e a “Gata da Capa”, que também chama bastante a atenção do público.

“É um bom jornal de ler e continua sendo buscado. Tenho muitos clientes aqui no entorno que buscam o AMAZÔNIA. Hoje, o público é bem diversificado. Cerca de 50% são pessoas que passam pela banca e os outros 50% são clientes habituais. Os idosos, que são os maiores leitores, ainda mantêm o hábito de ler o jornal impresso, porque foram acostumados a isso”, relata Cid, ao lembrar que a internet não impactou nas vendas e que continua com os leitores fiéis.

image Cid relata que o AMAZÔNIA ainda segue entre os jornais mais buscados (Foto: Thiago Gomes | Amazônia)

Cid afirma que sempre gostou do AMAZÔNIA e considera acertada a escolha pelo formato compacto. Segundo ele, esse modelo, semelhante ao de jornais populares em outras regiões do país, chamou a atenção dos leitores desde o início. Ele explica que o formato menor torna a leitura mais rápida e objetiva, permitindo que as informações sejam apresentadas de forma direta e fácil de acompanhar.

Trabalho gratificante

Para ele, fazer parte dos 26 anos do AMAZÔNIA é gratificante e deseja vida longa. “Eu trabalho com informação e gosto muito do grupo como um todo. Minha filha já trabalhou lá, inclusive torço para que ela volte. Sempre gostei do AMAZÔNIA e achei uma ideia muito boa o formato que ele tem. É aquele modelo mais compacto, parecido com o que a gente vê em jornais populares de outras regiões. É fácil de ler, direto, bem resumido, e a notícia está ali, bem dada", afirma.

“O que transforma o AMAZÔNIA é a informação bem dada e apresentada de forma neutra. Hoje em dia, muitos jornais se tornaram partidários. E  eu acho que não deveria ser assim. A notícia precisa ser dada de forma clara, e quem compra o jornal é que deve interpretar do jeito que achar melhor. O que mais incomoda é quando a informação já vem direcionada para um lado ou para o outro”, completa o jornaleiro.

Assine O Liberal e confira mais conteúdos e colunistas. 🗞
Entre no nosso grupo de notícias no WhatsApp e Telegram 📱
Amazônia
.
Ícone cancelar

Desculpe pela interrupção. Detectamos que você possui um bloqueador de anúncios ativo!

Oferecemos notícia e informação de graça, mas produzir conteúdo de qualidade não é.

Os anúncios são uma forma de garantir a receita do portal e o pagamento dos profissionais envolvidos.

Por favor, desative ou remova o bloqueador de anúncios do seu navegador para continuar sua navegação sem interrupções. Obrigado!