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Ministro Luiz Fux será o relator do habeas corpus de Robinho no STF; entenda

Defesa pede que o ex-jogador aguarde o resultado dos recursos em liberdade

Aila Beatriz Inete
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A defesa do ex-jogador Robinho fez um pedido formal para que o jogador não seja preso imediatamente após a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que homologou a condenação do brasileiro. Agora, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), será o responsável por analisar a solicitação do habeas corpus. 

Os advogados do brasileiro trabalham para que o ministro Fux atenda aos argumentos e suspenda o pedido de prisão autorizado pelo STJ na noite da última quarta-feira (20). A defesa pede que Robinho fique em liberdade até que todos os recursos sejam esgotados. 

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Na noite da última quarta-feira (20), a Corte Especial do STJ formou maioria e homologou a condenação de nove de prisão determinada pela Justiça italiana por estupro coletivo. Robinho e mais cinco amigos violentaram sexual de uma mulher albanesa em uma boate de Milão em 2013. O brasileiro nunca foi preso na Itália, pois deixou o país antes que o caso fosse julgado e o Brasil não extradita seus cidadãos. 

Com a decisão do STJ, o ex-jogador deve cumprir a pena no Brasil. A defesa vai entrar com recursos no Superior Tribunal de Justiça e no STF. Um dos argumentos dos advogados é que a decisão de prisão imediata não está de acordo com a jusrisprudência do STF, que prevê que a efetivação da prisão só deve ocorrer após todos os recursos serem julgados. 

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