Sintomas e exames que podem ajudar a detectar o câncer do colo do útero

Doença tem grandes chances de cura quando é diagnosticada precocemente

Ana Paula Gama
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Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que o câncer do colo do útero é o terceiro tipo mais incidente entre as mulheres. Segundo a instituição, para o ano de 2023 foram estimados 17.010 casos novos, o que representa um risco considerado de 13,25 casos a cada 100 mil mulheres.

A ginecologista Lígia Maria Oliveira de Souza, que atua no Hospital Adventista de Belém, explica que o principal causador dessa doença é o Papilomavírus Humano (HPV), infecção sexualmente transmissível. Caso o câncer do colo do útero seja diagnosticado precocemente, a chance de cura varia entre 90% a 95%.

“Podem haver sintomas dependendo da fase da doença, como dor genital que ocorre durante a relação sexual (dispareunia), sangramento e dor pélvica. A doença também pode ser assintomática”, afirma a médica, que  é chefe do serviço de ginecologia e obstetrícia do hospital.

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Diagnóstico

A partir da alteração no exame de papanicolau, popularmente conhecido como preventivo, o diagnóstico da doença pode ser  feito por meio de um exame de colposcopia. Nesse procedimento, o ginecologista consegue visualizar o colo do útero com uma lente de aumento, sendo possível detectar qualquer tipo de lesão. 

Caso tenha lesão na região, o médico deve realizar uma biópsia para confirmar se existe ou não o câncer. Se a doença for detectada, deve ocorrer imediatamente o tratamento, que dependerá muito do estágio do câncer.

Se a lesão for pequena, o tratamento é cirúrgico, sendo realizada somente a retirada do ferimento. Porém, se for grande, pode ocorrer a retirada do útero ou até mesmo sessões de quimioterapia e radioterapia.

Prevenção

De acordo com o INCA, o primeiro passo para prevenir o câncer do colo do útero é diminuir o risco de contágio pelo HPV, usando camisinha durante as relações sexuais. Porém, a principal forma de prevenção é a vacina contra o HPV, que protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 da doença. 

A vacina é  voltada para meninas e meninos na faixa etária entre 9 e 14 anos, pois tem mais eficácia quando é tomada antes do início da vida sexual.

O Hospital Adventista de Belém possui ginecologistas e oncologistas altamente capacitados para o diagnóstico e tratamento do câncer do colo do útero. Para agendar consultas e exames de imagem, entre em contato por meio dos números: (91) 3084-7533 ou (91) 3194-1133. Clique aqui e saiba mais sobre os serviços da instituição de saúde.

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