As igrejas evangélicas são tema constante nas sessões da CPI do INSS, com governistas em especial destinando ataques a lideranças religiosas envolvidas no esquema fraudulento.
De acordo com o levantamento, entre os que acham que a situação da segurança piorou no governo Lula, 49,6% são homens e 51,5% se dizem de religião evangélica
O projeto também prevê o direito de usar da palavra durante o período destinado às comunicações de liderança, por cinco minutos, semanalmente, no plenário da Câmara.
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